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Transpose

Desafio do Auto da Catingueira

Elomar
G 
Sinhores dono da casa o cantadô pede licença  
G 
 
D 
 
G 
prá puxá a viola r
C 
asa aqui na  
D 
vossa 
 
prese
G 
nça
 
Venho da banda do No
C 
rte cum pirmissão da sen
Am 
tença cumpri mia sina fo
C 
rte já por muitos cunh
D 
icida
 
Buscano a inlusão da vida ou os cutelo da m
Bm 
orte e das duas a prifi
C 
rida a qui  
A7 
me mandá a s
E7 
orte. 
 
 
G 
 
D 
 
Em 
 
G 
 
D 
 
Em 
 
G 
 
D 
 
Em 
E7 
Já qui nunciei quem sô dêxo  
A7 
meu convite fe
E7 
ito pra qualqué dos cantadô do qui  
A7 
se dá pur res
E 
peito 
 
 
E 
qui aqui pru acaso teja nessa fu
A7 
nção de aligri
E7 
a e prá qui todos me veja puxo a
A7 
lto a cantor
E7 
ia nessa viola de p
Bm 
eleja qui quando num mata al
A7 
eja 
 
canta
Bm 
dô de arril
E7 
ia
G 
só na iscada dua igreja labutei cua duza um dia cinco morrêro d’inveja treis de avêcho, um de a
A 
gunia matei os bichos cum mote qui já me deu treis mu
A 
ié  
 
é a história dum cas
Am 
sote cum cuati e cum saqué o cassote com um pote cuô pru cuati um c
A7 
afé 
 
 
 
i
C 
antes ofreceu um  
A7 
lote 
 
n
C 
um saco prá o saq
A7 
ué 
 
o
C 
saqué secô o po
A7 
te 
 
d
C 
exô o cuati só cua  
A7 
fé  
 
d
C 
i qui dentro do tal p
A7 
ote 
 
i
C 
nda tinha algum ca
A7 
fé 
 
 
 
e
C 
xispô sambano um x
A7 
ote 
 
o
C 
inxavido do saq
A7 
ué 
 
q
C 
ui cuati quá qui cass
A7 
ote 
 
b
C 
oto o bicho e bato um bo
A7 
te 
 
o
C 
qui é qui o saqué q
E7 
ué  
G 
iantes porém aviso  
C 
sô malvado num aliso  
A7 
triste ô feliz é o cant
G 
adô que eu apanhá prá dá o cas
A7 
tigo 
 
apoi
Bm 
s quem canta cum
G 
igo sai di
A7 
funto ô sai do
Em 
tô.  
G 
 
D 
 
Em 
 
G 
 
D 
 
Em 
 
G 
 
D 
 
Em