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Transpose

A Estrada e o Violeiro

MPB4 e Quarteto em Cy, de Sidney Miller
Tom: B
 
Sou vio
B 
leiro 
 
cami
F# 
nhando 
 
 
B 
só, por uma estrada cami
A 
nhando 
 
 
B 
só / Sou uma estrada procu
A 
rando 
 
 
B 
só levar o povo pra ci
D 
da
C#m 
de  
B 
 
Parece um cordão sem  
C# 
ponta pelo  
F# 
chão 
 
desenro
B 
lado / Rasgando tudo que en
C# 
contra a  
F# 
terra de lado a  
B 
lado
 
Es
G#m 
trada de sul a  
D#m 
norte eu que  
G#m 
passo, penso e  
D#m 
peço / No
G#m 
tícias de toda  
B 
sorte de  
B7 
dias que eu não al
E 
canço De  
C#7 
noites que eu desco
F# 
nheço de a
F#7 
mor, de vida e de  
B 
morte  
A 
 
B 
 
 
Eu que já corri o  
C# 
mundo 
 
caval
F# 
gando a terra  
B 
nua / Tenho o peito mais pro
C# 
fundo e a vi
F# 
são maior que a  
B 
sua
 
Muitas  
G#m 
coisas tenho  
D#m 
visto nos lu
G#m 
gares onde eu  
D#m 
passo / Mas can
G#m 
tando agora in
B 
sisto neste a
B7 
viso que ora  
E 
faço / Não e
C#7 
xiste um só com
F# 
passo pra con
F#7 
tar o que eu as
B 
sisto  
A 
 
B 
 
 
Trago comigo uma vi
F# 
ola 
 
 
B 
só, para dizer uma pa
A 
lavra 
 
 
B 
só / Para cantar o meu ca
A 
minho 
 
 
B 
só, porque sozinho vou a  
D 
pé 
 
 
C#m 
e  
B 
Parte 2
 
Guarde sempre na lem
C# 
brança que esta es
F# 
trada não é  
B 
sua / Sua vista pouco al
C# 
cança mas a  
F# 
terra 
 
conti
B 
nua
 
Segue em  
G#m 
frente 
 
vio
D#m 
leiro, que eu lhe  
G#m 
dou a garan
D#m 
tia / De que al
G#m 
guém passou pri
B 
meiro na pro
B7 
cura de ale
E 
gria / Pois quem  
C#7 
anda noite e  
F# 
dia sempre en
F#7 
contra um compa
B 
nheiro  
A 
 
B 
 
 
Minha estrada, meu ca
C# 
minho, me res
F# 
ponda de re
B 
pente / Se eu aqui não vou so
C# 
zinho, quem vai  
F# 
lá na minha  
B 
frente / Tanta  
G#m 
gente tão li
D#m 
geiro que eu a
G#m 
té perdi a  
D#m 
conta / Mas lhe a
G#m 
firmo, 
 
vio
B 
leiro, fora a  
B7 
dor, que a dor não  
E 
conta / Fora a  
C#7 
morte quando en
F# 
contra, vai na  
F#7 
frente um povo in
B 
teiro  
A 
 
B 
 
 
Sou uma estrada procu
F# 
rando 
 
 
B 
só levar o povo pra ci
A 
dade 
 
 
B 
só / Se meu destino é ter um  
A 
rumo 
 
 
B 
só, choro em meu pranto é pau, é  
D 
pedra, 
 
 
C#m 
é  
B 
 
Se esse rumo assim foi  
C# 
feito sem a
F# 
prumo e sem des
B 
tino / Saio fora desse  
C# 
leito, 
 
desa
F# 
fio e desa
B 
fino
 
Mudo a  
G#m 
sorte do meu  
D#m 
canto, mudo o  
G#m 
norte dessa es
D#m 
trada / Em meu  
G#m 
povo não há  
B 
santo, não há  
B7 
força e não há  
E 
forte / Não há  
C#7 
morte, não há  
F# 
nada que me  
F#7 
faça sofrer  
B 
tanto
 
Vai, vio
C# 
leiro, me  
F# 
leva pra outro lu
B 
gar / Que eu também  
C# 
quero um  
F# 
dia poder le
B 
var
G#m 
Toda 
 
 
D#m 
gente 
 
 
G#m 
que 
 
vi
D#m 
rá /  
G#m 
Cami
B 
nhando, 
 
 
B7 
procu
E 
rando /  
C#7 
Na 
 
cer
F# 
teza 
 
 
F#7 
de 
 
encon
B 
trar.
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