A dama e o vagabundo
Tom: G
Intro: G D C G C G A D G D C G C G A D G
G D C G
Eu não sei porque minha princesa você com tanta beleza foi se apaixonar por mim
C G A D
Eu que sou um pobre vagabundo que ando solto pelo mundo aventureiro até o fim
G D C G
Eu já fui soldado e carpinteiro, fui chofer e jornaleiro e jogador de futebol
C G A D
Se existe um porte ou beleza sou obra da natureza bem queimado pelo sol
G D C G
Eu não quero nada que é seu, eu não sei o seu amor para guardar no coração
C G A D G
Eu tenho um violão como amigo, tenho o céu como abrigo e tenho muita inspiração
C G C G
Sou cantor poeta faço versos faço trabalhos diversos pra poder ganhar o pão
C G A D
Comigo você vai correr o mundo isto tudo num segundo vai ser grande a emoção
G D C G
Onde já se viu dama tão fina uma jóia de menina apaixonar por um plebeu?
C G A D G
Eu sei que todos vão me perseguir mas eu sempre vou fugir pois este mundo é todo meu
C G G
Sou cantor poeta faço versos faço trabalhos diversos pra poder ganhar o pão (…)
A D G
(…) Eu sempre vou fugir pois este mundo é todo meu
A D G
Sempre vou fugir pois este mundo é todo meu
A Fé
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: G C D
G D G
Tá na prece do cristão, na festa do padroeiro
G7 C G/B Am G C
tá nas velas que iluminam os caminhos do mosteiro
D G
Acompanha os peregrinos todo ano a Juazeiro
G7 C D G D G
tá na roda das carretas, na cabine do caminhoneiro
D G
Rola pelas rodovias que nos levam a Aparecida
G7 C G/B Am G C
tá com a dona de casa todo dia em sua lida
D G
Muitas vezes explosiva, outras vezes reprimida
G7 C D G E F#m G#m
é a companheira do operário em sua luta pela vida
A E A
Tá no verso do poeta, nas trovas do cantador
A7 D A/C# Bm A D
nas palavras do profeta, no peito do trabalhador
E A
Tá no pranto de quem chora, na alegria e na dor
A7 D E A E A E A E A
Tá à espera de braços abertos no alto do Redentor
E A
Tá na reza dos fiéis, no ato dos governantes
A7 D A/C# Bm A D
tá presente nos bordéis, no encontro dos amantes
E A
Tá nos livros e papéis, na cabeça do estudante
A7 D E A F#
Na esperança dos que chegam, na ilusão dos retirantes
B F# B
Tá na força do destino, nas ruas e na prisão
B7 E B/Eb C#m B E
tá na festa do Divino na fogueira de São João
F# B
No sorriso do menino, tá no gesto do ancião
B7 E F# B F# B F# B F# B
tá na chuva na cidade, tá na seca no sertão
F# B
Muito dela tenho ouvido e dela tenho falado
B7 E B/Eb C#m B E
por ela se tem morrido, por ela se tem matado
F# B
Todo povo oprimido não se esquece do ditado:
B7 E F# B
“Povo que vive sem fé é um povo abandonado”
F# B
O povo que vive sem fé é um povo abandonado
B7 E F# B
O povo que vive sem fé é um povo abandonado
A poeira, o canto e você
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: C G Em A7 D C G D G
G C G Em A D
Embaixo de um céu de estrelas, vou cantando por cidades povoados e vilas
A A7 D C D G
Você em minha cabeça povoando os meus sentimentos
A A7 D A A7 D
Eu saio na calada da noite, eu sou um cigano na noite
C D G D G
Sinto a pureza de um estradeiro sob o sol de janeiro a janeiro
C D G D G
Sinto a pureza de um estradeiro sob o sol de janeiro a janeiro
A A7 D
Cortando o país de sul a norte viajando no meu pensamento
C D G
Mas nesse momento eu queria te tocar, te sentir
D G
ouvir sua fala tão boa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C G Bm Em C D G C D G D C G
Minha vida é a poeira o canto e você… ê… ê
A A7 D
Cortando o país de sul a norte viajando no meu pensamento
C D G
Mas nesse momento eu queria te tocar, te sentir
D G
ouvir sua fala tão boa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C G Bm Em C A D
Minha vida é a poeira o canto e você (3 vezes)
Acordando a poeira da estrada
Tom: E
(intro) E B7 E B7 E B7 B7 B7 E
B7
Uirapuru cantou
E
No alto da capoeira
B7 E
É mais uma vez de acender fogueira
B7 E
E mais um gemido da minha viola
B7 E
Reclama uma sanfona pra me acompanhar (2x)
E7 A
Eu sou a mão estendida
B7 E
A quem precisar de um forasteiro
E7 A
Eu tenho em mim estourando
B7 E
A força do grito de um boiadeiro
E7 A
Eu sou nascido da terra
B7 E
Nem a seca me maltrata
E7 A
Meu mundo começa no instante
B7 E (2x)
Em que o sol aparece atrás da mata
E7 A
Abre a porteira
B7 E
Já vai raiar vida branca
E7 A
Sete léguas por dia
B7 E
No couro da mula manca
E7 A
Eu tenho em mim estampado
B7 E
A verdade que sai do coração
E7 A
Eu sou a canção da vida
B7 E
Mais triste que todo o meu sertão
E7 A
Não tenho rancho na serra
B7 E
Nem sou dono de boiada
E7 A
Meu rumo é seguir pra sempre
B7 E
Acordando a poeira da estrada
E7 A
Abre a porteira
B7 E
Já vai raiar vida branca
E7 A
Sete léguas por dia
B7 E
No couro da mula manca
Aprendendo a viver
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução:A A4 A D A A4 A D A C G A
A A4 A
O gesto que agradece o dado
A4 A
O ato que engrandece o fato
D A
A luz que guia o meu sapato
E A A4 A
O passo é um laço
A4 A
As grandes pedras do caminho
A4 A
A sensação de embaraço
D A
A intimidade de um abraço
E A A7
O pacto, o rapto
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A A4 A
Na escuridão
A A4 A
O tempo de plantar os sonhos
A4 A
A hora mestra do momento
D A
A voz do povo não pergunta
E A A4 A
Apenas comenta
A4 A
O gestual da ousadia
A4 A
O verso inverso da poesia
D A
O lado oculto do silêncio
E A A7
O lenço, a lágrima
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A
Na escuridão
Solo: A A4 A D A A4 A D A C G A
A A4 A
Então o justo é ir embora
A4 A
Se assim quiser seu coração
D A
Palavras abrirão caminhos
E A A4 A
Por entre os espinhos
A4 A
Não tema o jeito do destino
A4 A
Viver é só um fingimento
D A
E tudo é só uma lembrança
E A A4 A7
Imagens, momentos
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A A4 A
Na escuridão
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A A A4 A
Na escuridão
Asas Partidas
Tom: E
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: E C#m B7 A B7 E B7
E B7 A B7 E C#m
Não já não basta aos corações um encontro verdadeiro
F#7 B7
Isso é pouco ante as leis dos cavaleiros
A E C#m
Ninguém entenderia a grandeza da ternura
F#m B7 E
Pois aos olhos dos comuns isso é loucura
C#m B7/A E C#m B7
Em nós ficou a lembrança do amor
A E C#m F#7 B7
o encanto, o meu suor o nosso pranto
E C#m A
Parece que a felicidade é como um horizonte
F#7 B7 E
Uma linha imaginária cada dia mais distante, ô (solo) C#m B7 A B7 E
B7/A E C#m F#7
Nos resta então seguir eu vou cantando
A B7 E C#m
imaginando você por perto
F#7 A B7 E C#m
Meu coração aberto liberto de qualquer preconceito
B7 E C#m A
E você seguindo o curso natural de sua juventude
F#7 A E C#m F#7 B7
amando sentindo chorando sorrindo
E C#m A G#m F#m
De vez em quando permitindo num instante de saudade
C#m B7 E
que eu visite seu peito (solo) C#m B7 A B7 E B7
E B7 A B7 E C#m
Não já não basta aos corações um encontro verdadeiro
F#7 B7
Isso é pouco ante as leis dos cavaleiros
A E C#m
Ninguém entenderia a grandeza da ternura
F#m B7 E
Pois aos olhos dos comuns isso é loucura
C#m B7/A E C#m B7
Em nós ficou a lembrança do amor
A E C#m F#7 B7
o encanto, o meu suor o nosso pranto
E C#m A
Parece que a felicidade é como um horizonte
F#7 B7 E
Uma linha imaginária cada dia mais distante, ô (solo) C#m B7 A B7 E
Assim falou o poeta
Tom: E
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
[Luiz Carlos Bahia/José Felice]
E A
Um dia o poeta falou
B7 E
Da sombra sonora do disco voador
A
Eu sou a mosca que pousou na sua sopa
B7 E
A história do dia em que a terra parou
E7 A B7 E
Parou para ver o poeta maluco beleza ficar
A E
Plantando seu versos na terra
B7 E
No fogo, na água, no ar
E7 A
Mamãe não quero ser eleito prefeito
B7 E
Prefiro ser metamorfose ambulante
A E
Quanto mais longe mais perto
B7 E
Quanto mais perto distante
A E
Os segredos do universo
B7 C#m
Estão nos livros que enfeitam a estante
E E7 A
A minha visão é dinâmica
B7 E
A minha canção radioativa
A E
Deixa morrer em paz a bomba atômica
B7 E E7
E viva a sociedade alternativa, OH
A E
Deixa morrer em paz a bomba atômica
B7 C#m B A
E viva a sociedade alternativa
SOLO: E F#m G#m A Am
E A B7
Eu vi o poeta encantado, cidadão respeitado
E
Há dez mil anos atrás
A
Domingo com sua família
B7 E
No jardim zoológico vendo os animais
E7 A
Mordendo a maçã do pecado
B7 E
Nos pegue-pagues do mundo
A E
Voando num trem estrelado
B7 E
Leve, suave, profundo
E7 A
Se tudo deu errado da primeira vez
B7 E
Levante a cabeça e tente outra vez
A E
No livro que diz o futuro
B7 E
Nas linhas da palma da mão
A E
Bate a cara contra o muro
B7 C#m
O homem que não tem visão
E E7 A
A minha visão é dinâmica
B7 E
A minha canção radioativa
A E
Deixa morrer a bomba atômica
B7 E
E viva a sociedade alternativa
A E
Dos filhos deste solo és mãe gentil
B7 E
A solução é educar o Brasil
A E
Dos filhos deste solo és mãe gentil
B7 E E7
A solução é educar o Brasil, Ah!
A E
Deixa morrer em paz a bomba atômica
B7 E E7
E viva a sociedade alternativa, OH!
A E
Viva, viva, viva, viva
B7 C#m B A E
Viva a sociedade alternativa
Avenca
Tom: G
Intr.: (C D)
C D
Uma vive e a outra olha
C D
de cima pra essa imensidão
C D
Num jardim não sei aonde
C D
respira calma flor de um sonho
Em
nascido aqui
C D
Nesse quarto todo branco
C D
onde lutas louca assim avenca
C D
parida no seio de onde
C D
respira a calma flor de um sonho
Em
que espera aí
C Cm G
A nossa chuva molhando o jardim
Em C
dentro do corpo
G Em
dentro do outono
D Em C D
são flores de abril
C D
Uma vive e a outra olha
C D
de cima pra essa imensidão
C D
Num jardim não sei aonde
C D
respira calma flor de um sonho
Em
nascido aqui
C D
Nesse quarto todo branco
C D
onde lutas louca assim avenca
C D
parida no seio de onde
C D
respira a calma flor de um sonho
Em
que espera aí
C Cm G
A nossa chuva molhando o jardim
Em C
dentro do corpo
G Em
dentro do outono
D Em
dentro de mim
Blues do Municipal
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
[Birhú de Pirituba/Daniel Cabana]
Solo: Am C G D
G C G
Andando meio bêbado e cansado pelas ruas do Municipal
Bm Am
Estou com os mendigos a sós outra vez
C G D
Na cidade, na cidade adormecida
G C G
Eu olho pra cidade aspirando o seu odor de solidão
Bm Am C
Das ruas amargas, os lampadários, os lampadários
A7 D Eb° Em
Cospem no silêncio noturnal
Bm Am C
Esvazio a garrafa de cachaça em meio a escadaria do
G
teatro
Bm Am C
Meu olhar vagueia pela praça em meio a fome dos ratos
G
Na ânsia do amanhecer
Bm Am
Não agüento mais gostar de você assim
Bm C
Vou me afogar quando abrir os botequins
G A
Não agüento mais gostar de você assim
Bm C
Vou me afogar quando abrir os botequins
Solo: Em Bm Em Bm Am C G D
Bm C
Não agüento mais…abrir os botequins (Bis)
G Am
Não agüento mais, não agüento mais mina
Bm C G
Não agüento mais
Boa vista
Tom: F
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: C F C F C F C F C F C F C
C G
Quanta vida já passou
C G
Quanta água já rolou nessa moenda
C G
Leva luz pra toda casa
Am
Livra eu da escuridão
Em
Corre pega o lampião
F C
Até onde a vista alcança é Boa Vista
Eb Gm
Viajante eu chego já
F
Em versos fotografias
Bb
e histórias que eu tenho lá
F
Quem vai embarcar agora
Gm F
Meu amor vem ver que é hora
Bb
Tá saindo a procissão
Gm Am
Sebastião, São Geraldo,
Bb C
Luzia e Conceição
Bb Eb Bb
Efigênia manda um pensamento bom
Eb F Bb G
Pra seguir comigo vida afora
C
Quanta vida já…. é boa vista
Solo: C F C F C F C F
Eb
Viajante eu chego…
Bb Eb Bb
Efigênia manda um pensamento bom
Eb F Bb G
Pra seguir comigo vida afora
4 X (Acima)
C F C F C F C F
Cabocla da Lua Nova
Tom: D
D A D
O canto do galo anuncia
A G D
no clarão da madrugada
A G D
o raiar de um novo dia
D A D A G D
O canto do galo anuncia… o raiar de um novo dia
F# Bm
E eu no silêncio das ruas
A G D
vou cantando minha trova
F# Bm
pra buscar minha cabocla
A G D
com cheiro de lua nova
F# Bm
Os olhos são bolas de ouro
A G D
a forma e o brilho da prata
G D
Cabocla do seio dourado
A G D
a distância fere e mata (Bis)
Bm
Diz a lenda no sertão
A
que num dia de terreiro
G D A G D
pra prender o seu amor cante pros três cavaleiros
G D A G D
pra prender o seu amor cante pros três cavaleiros
Bm G D A G D
Diz a lenda no sertão… pra prender o seu amor cante pros três cavaleiros
D
Cabocla da lua nova
A G D
onde estão os três cavaleiros
G D
Foram pagar seus pecados
A G D
lá no alto do cruzeiro
D A G D
Cabocla da lua nova… lá no alto do cruzeiro
E
Cabocla da lua nova
B A E
onde estão os três cavaleiros
A E
Foram pagar seus pecados
B A E
lá no alto do cruzeiro
E B A E
Cabocla da lua nova… lá no alto do cruzeiro.
Tom: G
Introdução: (G C G)
G D C
Baby, essa estrada é cumprida, ela não tem saída
D C
É hora de acordar pra ver o galo cantar
G C G
E o mundo inteiro escutar
G D C
Baby, a história é a mesma, eu aprendi na quaresma
D C
Depois do carnaval, a carne é algo mortal
G C G
Com multa de avançar sinal.
[Estribilho]
C Bm
Todo jornal que eu leio,
C Bm D
me diz que a gente já era,
C Bm (A)
Que já não é mais primavera, oh, baby, oh, baby,
A D C Bm Am
A gente ainda nem começou.
G D C
Baby o que houve na França, vai mudar nossa dança,
D C
Sempre a mesma batalha por um cigarro de palha,
G C G (G D C D C G)
Navio de cruzar deserto.
C Bm
Todo jornal que eu leio,
C Bm D
me diz que a gente já era,
C Bm (A)
Que já não é mais primavera, oh, baby, oh, baby,
A D C Bm Am E F#m G A
A gente ainda nem começou.
A E D
Baby, essa estrada é cumprida, ela não tem saída
E D
É hora de acordar pra ver o galo cantar
A D A
E o mundo inteiro escutar
A E D
Baby, isso só vai dar certo, se você ficar perto,
E D
Eu sou índio Sioux, sou cachorro-urubu,
A
Em guerra com os E. U.
Tom: E
[Intro] E
[Primeira Parte]
E
De mel é o sabor das lembranças
Trazidas de minhas andanças
F#7
Pra enfeitar sua saudade
A B
Eu trouxe canções e flores
G#7 C#m
E um paraíso de cores
A B
Pra pintar sua cidade
A E
Eu venho de campos e montes
B
E trouxe o cantar da fonte
G#7 C#m
Pra dentro de sua janela
A E
Noites de lua cheia
D A
Meu peito incendeia
E
Pela moça mais bela
[Segunda Parte]
C G
O que me prendeu por aqui
D
Foi seu sorriso franco
A
E esse doce no olhar
[Terceira Parte]
E A
Eu vim pra demorar bem pouco menina
E B E E7
Agora eu quero ficar
( A B7 E )
Catadô de Bromélias
Tom: D
D
Cansei da vida na cidade
G D A
Meu diploma, minha faculdade perderam valor, desemprego chegou
G D A
Vou voltar pro lugar donde nunca eu devia ter saído
E A7 D
Volto hoje um ilustre desconhecido
A
Vou bater de porta em porta, procurar emprego
G A7 D
Na porteira da fazenda vou me apresentar
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
A C G
Eu faço alguns biscates, sei limpar lavoura, sei catar café
A A7 D
Eu ando a pé quantas léguas for pra buscar qualquer coisa pro senhor
A
Domingo de sol levanto bem cedim
D
Não vou ficar que nem na cidade quando eu passava o dinterimbebim
A G A7 D
Vou entrar no mato, vou catar bromélias pra enfeitar o seu jardim
A E A
De noite eu vou pro terreiro, tem mulher bonita, tem violeiro
G
Quem sabe eu encontre um coração aberto
D A
que ainda queira ter por perto um catadô de bromélias
G D A G A7 D
Um simples sonhador de paixão e alegria, vou fazer festa pra ela até romper o dia
A G A7 D
Um simples sonhador de paixão e alegria, vou fazer festa pra ela até romper o dia
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
Cidadão
Tom: C
Intro: F C/E G C C7 F C D G
C
Tá vendo aquele edifício moço?
G C C7
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
F
Duas pra ir, duas pra voltar
Fm
Hoje depois dele pronto
olho pra cima e fico tonto
C C/B Am
Mas me chega um cidadão
D D7
e me diz desconfiado, tu tá aí admirado
G F
ou tá querendo roubar?
C
Meu domingo tá perdido
G
vou pra casa entristecido
C C7
Dá vontade de beber
F C
E pra aumentar o meu tédio
G
eu nem posso olhar pro prédio
C A7
que eu ajudei a fazer
D
Tá vendo aquele colégio moço?
A7 D
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
D7
Pus a massa fiz cimento
G
Ajudei a rebocar
Gm
Minha filha inocente
vem pra mim toda contente
D A7 Bm
Pai vou me matricular
E
Mas me diz um cidadão
E7
Criança de pé no chão
A7 Em/A
aqui não pode estudar
G D
Esta dor doeu mais forte
A7
por que que eu deixei o norte
D7 D4/7 D7 G
eu me pus a me dizer
D A7
Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava
D E A
tinha direito a comer
D
Tá vendo aquela igreja moço?
A7 D D7
Onde o padre diz amém
Am7
Pus o sino e o badalo
D7
Enchi minha mão de calo
G
Lá eu trabalhei também
Gm
Lá sim valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
D D D A7 Bm
e o padre me deixa entrar
E
Foi lá que Cristo me disse
E7
Rapaz deixe de tolice
A7 Em/A G
não se deixe amedrontar
D
Fui eu quem criou a terra
A7
enchi o rio fiz a serra
D7 D4/7 D7 G
Não deixei nada faltar
D
Hoje o homem criou asas
A7
e na maioria das casas
D D7
Eu também não posso entrar
D
Fui eu quem criou a terra
A7
enchi o rio fiz a serra
D7 D4/7 D7 G
Não deixei nada faltar
D
Hoje o homem criou asas
A7
e na maioria das casas
D
Eu também não posso entrar
Cobra d´água
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Aroldo Santarosa / Jackie Vellego
Introdução: C G C G C G C G
G C
Quem cria cobra d’água não se afoga na corrente
G D Em C
Quem panha cipó na serra não tropeça de repente
G D C
Quem panha cipó na serra não tropeça facilmenteF C F G
Ou OOO
Solo: C G C G C G C G
G C
Quem reza pelas almas não se molha de pavor
G D Em C
Quem quiser saber da história que pergunte ao contador
G D
Quem quiser saber da história que pergunte
Solo: A D A D A D A
D
Quem tem saber das ervas não se esconde da doença
A E C#7 F#m D
Quem respeita a dor do amigo desconhece indiferença
A E D
Quem respeita a dor do amigo desconhece indiferença
G D G A E A E AOu OOO
A D
Moça na janela não se casa com doutor
A E C#7 F#m D
Moço que não canta moda não encontra o seu amor
A E
Moço que não canta moda não encontra
Solo: B E B E B E
Como diria Dylan
Tom: G
Introdução: (G C)
G C G C
Hei você que tem de 8 a 80 anos
G C Am G D
Não fique aí perdido como ave sem destino
G C G
Pouco importa a ousadia dos seus planos
C G/B Am G C
Eles podem vir da vivência de um ancião
G/B Am D
ou da inocência de um menino
G Bm
O importante é você crer
C G/B Am G D
na juventude que existe dentro de você
G C G
Meu amigo meu compadre meu irmão
C G/B Am G D G (G C)
Escreva sua história pelas suas próprias mãos
G C G C
Nunca deixe se levar por falsos líderes
G C Am G D
Todos eles se intitulam porta vozes da razão
G C G
Pouco importa o seu tráfico de influências
C G/B Am G C G/B
Pois os compromissos assumidos quase sempre ganham
Am G D
subdimensão
G Bm C G/B Am G
O importante é você ver o grande líder que existe dentro
D
de você
G C G
Meu amigo meu compadre meu irmão
C G/B Am G D G (G C)
Escreva sua história pelas suas próprias mãos
Solo: (G Bm C G/B Am G C G/B Am G D)(G C)
G C G C
Não se deixe intimidar pela violência
G C Am G D
O poder da sua mente é toda sua fortaleza
G C G
Pouco importa esse aparato bélico universal
C G/B Am G C G/B Am
Toda força bruta representa nada mais do que um sintoma
G D
de fraqueza
G Bm C G/B Am
O importante é você crer nessa força incrível que existe
G D
dentro de você
G C G
Meu amigo meu compadre meu irmão
C G/B Am G D G
Escreva sua história pelas suas próprias mãos
Final: G Bm C G C G/B Am G D G
Compadre Zé Barbosa
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: D E D C D E D C
D
Chega pra cá meu compadre dá mais um tapa na cana
Pica esse fumo de corda, molha essa “paia”
G
Se ajeita no banco e vamos trovar
A
Me arrumo embaixo da lona, nessa carona
Bm A
A estrada é longa e falta muito pra chegar
D
Levo ilusões na gibeira, você leva a vida inteira
E dentro de cada cabeça a força que falta
G
Pra empurrar a máquina, fazer andar
A
Sabemos da realidade da grande cidade
Bm A
Mas o medo é coisa que falta muito pra chegar
Em G A
Enquanto houver carência de homens de fé nessa terra
Em G A
E grandes doutores em letra, concreto no arco e na serra
C G
Enquanto houver páginas em branco na nossa história
C G D
A ser preenchidas por homens dispostos a luta sem glória
Bm A
Sempre haverá mais um pau-de-arara
Bm A
Sempre haverá mais um pau-de-arara
D G D G D (G D)4X A
Por aqui, por aqui, por aqui, por aqui
Em G G D (G D)-até o final
Enquanto houver carência…por aqui
Coração de Rei
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introd.: C G C G
C D
Quando você me ofereceu os olhos
G Em
Felizes, sorridentes
C D
Um clarão riscou o céu
C D
Iluminou ao meu redor
G D C
Então eu pude olhar o horizonte, é
G D C
Os sonhos estão aí aos montes
Além do mais
Em D
Cansei daquela vida errante
C
Pensei: agora sou forte o bastante
G
Posso até mudar o curso da lei
A
Tão encantado fiquei
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C G
Que cresce e explode dentro da gente
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C D G
Que cresce e explode dentro da gente
Solo: Bm A Em D C D
G D C
Então eu pude olhar o horizonte, é
G D C
Os sonhos estão aí aos montes
Além do mais
Em D
Cansei daquela vida errante
C
Pensei: agora sou forte o bastante
G
Posso até mudar o curso da lei
A
Tão encantado fiquei
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C G
Que cresce e explode dentro da gente
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C G
Que cresce e explode dentro da gente
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C D G D C G D C G D C G D C
Que cresce e explode dentro da gente
De asa caída
Introdução: A
E
O que adianta eu trocar as trancas da porta
D A
Depois da porta arrombada
B7 D E F#m
Porteira onde passa um boi, passa um boi e uma boiada
E A D
Espero que o tempo voe, voa tempo me leva pro fim da estrada
A D E A
Nem quero saber quem foi que roubou os olhos da minha amada
E
O que adianta eu trocar as trancas da porta
D A
Depois da porta arrombada
B7 D E F#m
Porteira onde passa um boi, passa um boi e uma boiada
E A D
Espero que o tempo voe, voa tempo me leva pro fim da estrada
A D E
Eu nem quero saber quem foi que roubou os olhos da minha
A
Amada
Bm D E A
Derramei um véu de lágrimas, perdi meu sol
D Bm E
Seu vulto surge no meio da noite, pra lá dos limites do meu farol
F#m C#7 A
A fonte secou “passarin” num cantou
Bm D E
Silêncio e dor são próprios da partida
Bm C#7 F#m
A gente sente o golpe e fica sem poder voar
E A E A
De asa caída, de asa caída
SOLO: Bm D E F#m D A
Bm D E A
Derramei um véu de lágrimas, perdi meu sol
D Bm E
Seu vulto surge no meio da noite, pra lá dos limites do meu farol
F#m C#7 A
A fonte secou “passarin” num cantou
Bm D E
Silêncio e dor são próprios da partida
Bm C#7 F#m
A gente sente o golpe e fica sem poder voar
E A E A
De asa caída, de asa caída
E A E A
De asa caída, de asa caída
Demasiadamente urbano
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Renato Teixeira
Introdução: D D4 D
D G A D D4 D G
Entro na condução e vou pra cidade tão logo o dia esteja
A A4 A
eu estou também
D G F# Bm Bm/A E/G#
Vou pra repartição repartir a vida na lida batida na
A F/A D A
contramão de tudo
D G A D D4 D G
A hora do almoço é a do sanduíche em pé eu sou aquele
A A4 A
lá no balcão
D G F# Bm Bm/A E/G#
Dentro da lanchonete eu penso na vida e mastigo o sonho
A F/A D D7
com gergelim, viajo
G C D G
Eu crio asas sobrevôo essa cidade e de repente o que era
C D
asfalto vira chão
G C D G
Eu vejo rios e montanhas, passaradas e vejo luz e vejo o
C D
céu e bebo ar
A D
Eu sei que eu sou demasiadamente urbano mas qualquer dia
A D
isso tudo vai mudar
G A D D4 D
Eu crio asas…isso tudo vai mudar
D G A D D4 D
A tarde é fria e hoje em São Paulo chove
D G A A4 A
roncam motores, sirenes e trovões
D G F# Bm Bm/A E/G#
Às vezes é tão triste a chuva caindo e uma lágrima alaga
A F/A D A
o meu olhar, vou indo
D G A D D4 D G
Entro na condução no final do dia o mesmo rumo a mesma
A A4 A
situação
D G F# Bm Bm/A E/G#
Vou pela marginal e é chegar em casa e o Jornal Nacional
A F/A D D7
me dá boa noite e eu durmo
G
Eu crio asas…vai mudar (duas vezes) D C até o fim.
Deságua
Tom: E
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Intr.: (E B7)
E B7 E
Nos primeiros raios da manhã
B7 E
Eu caminho beira-rio
Na esperança que o espelho d’água
B7
Tra ocê de volta
A B7
Por aqui tudo sente sua falta
E B7 E
Dia desses eu te vi na curva do rio
Te ouvi na sinfonia
A
Que escancara as portas do dia
F# B7
Brincou no céu, voou
A B7 E B7 E B7 E
No bater de asas fogo-pagô
A B7 E
É um bater de asas essa vida
B7
É um sopro
E
É caminho de ida
B7
Um rio que segue sempre adiante
F# B7
Eu sigo seu cheiro pelos campos
A B7 E B7
Feito gado seguindo o berrante
E
Não tem jeito
B7 E
De tudo eu tenho feito
E7 A
A saudade é um arco-íris
B7
Que brota nos seus olhos
E B7
E deságua no meu peito
Solo: E A B7 E B7 E B7
Descarrilho
Tom: D
Intr.: Em Am Em B7
Em Am
Não quero ser sustentador do mundo
B7 Em
Nem o pilar desta sociedade
Am Em
Só garantir minha sobrevivência
Am B7
Descer ao fundo desta ansiedade
Em Am
Subir a tona deste fim de mundo
B7 E
Buscar um pouco de tranqüilidade
Am Em
Não quero dar o que não poderia
Am B7
Nem receber o que não deveria
E E/G#
O sinaleiro orientou errado
A E
Errei o trilho e fiquei de lado
C#º E/G#
Pagar porém um juro assim tão alto
C#7 F#m
Era uma coisa que eu não merecia
G#7 C#m
Sou passageiro deste mesmo trem
A E
para um destino tão ignorado
E/G#
só que o sinaleiro orientou errado
A E
Errei o trilho e fiquei de lado
C#º E/G#
Pagar porém um juro assim tão alto
C#7 F#m
Era uma coisa que eu não merecia
G#7 C#m
Sou passageiro deste mesmo trem
A Em F#7 Am B7
para um destino tão ignorado
solo: Em Am Em B7
Destino e Solidão
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: A B7 A B7 A B7 A B7 E
E D E D
Poeira vermelha em meu pára-brisa
E D E D
Nem sombra de chuva pra me refrescar
A B7 A B7
Se piso mais fundo do que a saudade me aperta
G#m
Me escondo do mundo
F#m B7
pra não ter que lembrar
E A
Que meu caminho é sem volta
E A
Destino e solidão
E A
Rádio ou silêncio em meu caminhão
E D E D
Dama de beira de estrada
E D E D
Sorriso fácil promessas no olhar
A B7 A B7
Preciso ir mais fundo do que a saudade me aperta
A G#m
Largar o meu sumo
F#m B7
sem tentar explicar
E A B7
Que meu caminho é sem volta
E A B7
Destino e solidão
E A E A B7
Rádio ou silêncio em meu caminhão
Solo: A B7 A B7 A B7 A B7 E
E D E D
Dama de beira de estrada
E D E D
Sorriso fácil promessas no olhar
A B7 A B7
Preciso ir mais fundo do que a saudade me aperta
A G#m
Largar o meu sumo
F#m B7
sem tentar explicar
E A B7
Que meu caminho é sem volta
E A B7
Destino e solidão
E A E A B7
Rádio ou silêncio em meu caminhão
Dia nove
Tom: A
E F#m G#m F#m
Bom dia, manhã
E F#m G#m F#m
Bom dia
E F#m G#m F#m
Bom dia, manhã
E F#m G#m F#m
Bom dia
E F#m G#m F#m E F#m G#m F#m
Todas as chances perdidas não foram em vão (bom dia manhã)
E F#m G#m F#m E F#m G#m F#m
Aurora da liberdade libera a canção (bom dia)
Diário de Bicicleta (O Dia Em Que Encontrei Che Guevara Na Zona Em Valadares)
Tom: C
[Intro] C A7 C A7
C A7
Eu vinha pedalando pelas ruas da zona em Valadares
C
De repente encontrei na esquina tomado umas
A7
O Birú, Don Teixeira, o Baleiro, o Crésio, o Tavares
C
Um homem barbudo com um cigarrinho que passava de mão em mão
A7
Eu cheguei, me aproximei, tomei um trago e falei: ô trem bão
C F G7
E passei. O homem barbudo contava histórias de batalhas
C
Falava de guerras, falava de paz
G G7
“Hás de endurecer sem perder a ternura jamais”
C G
Saímos pela noite, dançamos, bebemos, fumamos
Am
E andamos à esmo por ruas esquinas e becos
F C
E por ali mesmo, na porta dum boteco
G Am7
Um maluco cantava Raul Seixas com um violão sem cordas
F C
Desfiava suas queixas o homem barbudo tomou todas
G
Se encantou com uma chica e completamente borracho
C
Pegou o violão e cantou
C G
Mi querida pasé toda mi vida à procura de ti
F
Yo soy um hombre sincero
G7
Te quiero mucho, te quiero
C
Pero tengo que partir
A7
O dia estava amanhecendo, os raios de sol escorriam pelas ruas
C A7
Cada um de nós pegou sua bicicleta, o homem barbudo olhou sério pra mim e disse
C A7
Agora vou falar como tu, cara: Meu nome é Che Guevara
C
Esqueça o seu carnaval vem comigo pra América Central fazer a revolução! Ah
F G7
O homem barbudo contava histórias de batalhas
C
Falava de guerras, falava de paz
G G7
“Hás de endurecer sem perder a ternura jamais”
C G
Saímos pela noite, dançamos, bebemos, fumamos
Am
E andamos à esmo por ruas esquinas e becos
F C
E por ali mesmo, na porta dum boteco
G Am7
Um maluco cantava Raul Seixas com um violão sem cordas
F C
Desfiava suas queixas o homem barbudo tomou todas
G
Se encantou com uma chica e completamente borracho
C
Pegou o violão e cantou
C G
Mi querida pasé toda mi vida à procura de ti
F
Yo soy um hombre sincero
G7
Te quiero mucho, te quiero
C
Pero tengo que partir
A7 C
O dia estava amanhecendo, os raios de sol escorriam pelas ruas
A7
Cada um de nós pegou sua bicicleta, o homem barbudo olhou sério pra mim e disse:
C A7
Agora vou falar como tu, cara: Meu nome é Che Guevara
C A7
Esqueça o seu carnaval vem comigo pra América Central fazer a revolução!
C
E eu, assustado, medroso e cagão
A7
Falei: uai sô, vou não
C
uai sô, vou não
A7
Uai Che, vou não
Aqui ta ruim mas tá bão
C
Tem frango com quiabo
Tem mulher bonita
A7
Uma cachaça boa
Meu time é campeão
C
Vou não Che
A7
Boa sorte Che, tchau
Uai sô, vou não
C
Tchau tche
A7
Boa sorte tche
Digital
Tom: D
Intro: D G A7 D G A7 D
D A
Cada palmo dessa casa
G A7 D
tem a nossa digital
A
Quadros nus pela parede
G A7 D
Nossa marca no portal
D7 G
Cada copo duas bocas
A7 D
Pingo d’água temporal
Bm G
Nesse mal a sorte é pouca
A7 D
que eu morra desse mal
Bm G
Nesse mal a sorte é pouca
A7 D
que eu morra desse mal
Bm G
Nesse mal a sorte é pouca
A7 G D
que eu morra desse mal
D A
Na soleira sua sombra
G A7 D
Quarto escuro seu sorriso
A
Cachoeira água tomba
G A7 D
Porta aberta paraíso
D7 G
Encobrindo travessuras
A7 D
de menina sem juízo
Bm G
Dor no peito se tem cura
A7 D
dessa cura é que eu preciso
Bm G
Dor no peito se tem cura
A7 D
dessa cura é que eu preciso
Bm G
Dor no peito se tem cura
A7 G D
dessa cura é que eu preciso
(Solo)
D A
Os limites da beleza
G A7 D
Estão pra cá desse portão
A
No jardim flor de riqueza
G A7 D
Espantando solidão
D7 G
Traz os campos desse mundo
A7 D
Cá pra dentro do quintal
Bm G
Cada palmo desses campos
A7 D
tem a nossa digital
Bm G
Cada palmo desses campos
A7 D
tem a nossa digital
Bm G
Cada palmo desses campos
A7 G D
tem a nossa digital
Ditadores (Como diria Raulzito)
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: G F C D G
F C G
Refrão: (4X) Quanto mais conheço os ditadores mais eu amo meu cachorro
D A
Confinem os cabeças-pensantes em campos gelados
C G
A corrupção é cria do homem está por todo lado
C A
Aumentam pedágios escolas TRU
Bm C C#m D C C# D
Trocentos por cento de aumento no IPTU Tamo nu!
Refrão (4X)
A
Aprovam decretos por decurso de prazo
C D
Botam os velhos na fila, isso não vem ao caso
C A D
Os negros, os índios, os demais sem terra deixa pra depois
G C
Uma boa ajuda aos contras pra equilibrar as baixas
A D
Debita isso tudo no Caixa Dois, ora pois
G D Am
Mete fogo na mata, mata o bicho
C D C G
Joga o lixo atômico no fundo de qualquer quintal
D
Não faz mal
G D Am
Mete fogo na mata, mata o bicho
C D C G
Joga o lixo atômico no fundo de qualquer quintal
A
Não Solo: A G F G F G F G F G F G F G F G F G
Refrão (4X)
final: G F G F C D G
Tom: Bb
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: Gm F Eb Dm Cm D/F#
Gm Bb C
Dona das tardes sombrias do início de março
Eb Bb D/F#
Que amortece a caída das folhas do outono
Gm Bb C
Dona da estrada de terra que abraça os meus passos
Eb Bb
E do fio que tece a rede que embala
F
Que embala o meu sonho
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb F D
um acalanto na cidade)
Gm Eb C
Dona do amor que aquece as noites de inverno
Eb Bb D/F#
Faz o vento soprar em pleno verão
Gm Bb C
Dona que faz do meu pranto um sorriso eterno
Eb Bb
Leva o barco da vida pros mares mais calmos
F D/F#
Leva os sonhos nas mãos
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb D/F#
um acalanto na cidade)
Gm Bb
Dona que traz no semblante a expressão do meu verso
C
Dona da força que altera um placar adverso
Eb Bb
Dona do anteprojeto que traça e define o meu ponto futuro
Eb Bb F
Dona da lei que abole a vergonha do muro
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Que consegue fazer transbordar o meu peito
F
com o ar puro da serra
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Da palavra final do último ato
F C
Do acordo de paz entre os homens da terra
Eu não tenho nada com isso Só estou falando
Tom: E
E B7
Eu estou sentado na porta do edifício atento olhando o rosto de cada cidadão
A B7
Mas que coisa engraçada eles parecem ter estampado no rosto um cifrão
E B7
Eu estou sentado na porta do edifício e como é difícil a gente poder entender
A B7
Que cada um daqueles que passam se consomem e se arrebentam sem saber
E D A E
Mas e daí
E B7
Mas mudando de conversa do concreto pro guaicambu
A
Você já sentiu de perto a peleja de um cafuçu? É, é aquele que vive lá no mato
B7
Te sustenta e permite que você escolha o seu menu
E
É aquele que na hora do amor não faz um cafuné
B7
Pois a mão calejada pode arranhar a mulher
A B7
E que ao invés da gravata o suor lhe estampa o rosto pra o que der e vier…
E D E
Mas e daí? Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… E daí?
D E D A E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
E
Mas o distinto deve estar de acordo com isso tudo
B7
O dinheiro, o carro, a sociedade te põe cego e surdo
A B7
Mas não fique aborrecido porque você não é o único tarado nesse engraçado mundo
E
E eu continuo sentado na porta do edifício
B7
e entendendo agora porque este mundo é um lixo
A
E com a vontade de mandar todo mundo praquele lugar
B7 E
Mas ela diz que eu ainda não posso falar… Mas e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… E daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer
F#m E D E D E
Mas salve! Você moço americano, americano do hemisfério sul
F#m E D E F#m E D E
Moço americano ouro verde sobre o azul, moço americano, americano do sertão
F#m E D A E D E D E
Moço, meu sustento monumento de um chapadão. E daí? E daí? Mas e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
D E D A E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
Figueira
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: (G D A D) 2X
G D
Seu dedo mostra o horizonte
A D
começo do fim da tarde
G A D
Do lado de cá da ponte o desejo chega e me invade
C G
Meu peito parece fonte
A D
transborda o mar da saudade
G A D
Seu cheiro de flor dos montes perfuma toda a cidade
D C G D
O favo desse beijo não é mel e eu pensei que fosse
C G
Mais parece vindo da figueira
A D
que nasce na ribeira e me dá figo doce
G D G D G D G D
Me dá figo doce, me dá figo doce
G G
Seu dedo mostra… toda a cidade
D D G
O favo desse beijo… doce
D D G
O favo desse beijo… doce, ô ôi
Filhos da noite
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: D A D A
D F#m
Tô na batalha de um trampo e preciso ficar
D A
Sua casa, oh dona da noite é meu segundo lar
D F#m
As suas meninas, os seus namorados e a minha música
A G
Todos nós somos herdeiros do nada
D A
Frutos da união entre o desencanto e a canção
G D A
Gerados no ventre da noite, na dor da paixão
D F#m
Tô na batalha de um trampo e preciso ficar
D A
Sua casa, oh dona da noite é meu segundo lar
D F#m
As suas meninas, os seus namorados e a minha música
A G
Todos nós somos herdeiros do nada
D A
Frutos da união entre o desencanto e a canção
G D A
Gerados no ventre da noite, na dor da paixão
F#m
A dor e a paixão nasceram na noite
A E A
Os sonhos são filhos da noite
F#m
Senhorita de pernas bonitas
A E A
Dá-me o prazer de mais uma dança?
G D A
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
G D A
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
G D E
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
G D A
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
Solo: D A D A
G D
Cavaleiro irmão de esperança…
Galho Seco
Tom: C
[Intro] C F C G C
F C
Eu andava acabrunhado e só perdido e sem lugar
C G
Feito um galho seco arrastado pelo temporal
D D
Pensei até em enrolar minha bandeira e dá no pé
G C
Eu pensei até em jogar fora a minha história
G
Os documentos e aquela fé ah!
C F C
Fazia tempo que o sol não derramava luz na minha vidraça
Depois que tudo passa o vento leva as nuvens negras
G
Noutra direção
D
Também pudera
D
Uma hora era o fogo que rasgava o chão
G C G
Outra hora era a água que descia e afogava toda a plantação
Am
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
Am D
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
G
E como eu preciso
Am
E como eu preciso
G
Que me acalma quando é preciso
C F C
E como eu preciso
C F C
Fazia tempo que o sol não derramava luz na minha vidraça.
Depois que tudo passa o vento leva as nuvens negras
G
Noutra direção
D
Também pudera
D
Uma hora era o fogo que rasgava o chão
G C G
Outra hora era a água que descia e afogava toda a plantação
Am
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
Am D
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
G
E como eu preciso
Am
E como eu preciso
G
Que me acalma quando é preciso
C F C
E como eu preciso
F C
Eu andava acabrunhado e só
Lírico Romântico Poético
Tom: A
(intro 2x) F C G D
D G
Olá você que carrega nas costas o fardo pesado que a
D
estrada do tempo amarelou
G
Que anda nas ruas olhando pro chão sem coragem de olhar o
D
ancião que passou
C
Que deixou sua barba crescer e voltou a usar sua roupa
G
Surrada
C G
Que pensou que era dono de tudo e hoje uma simples palavra te
D F C G D
mostra que o saldo atual é nada
F C G D D G F C G D
é nada
D G
Olá você que julgou conhecer os atalhos, caminhos de quem
D
desconhece porteira fechada
G
Que cruzou velhos mares, montanhas e rios até despertar nesta
D
Encruzilhada
C G
Que usou do poder sem poder e avocou para si a palavra final
C G
Que pensou que era dono de tudo e o seu tudo te mostra na
D F C G D
fria palavra que o saldo atual é nada
F C G D D G F C G D F C G A
é nada
D A D
Mas e daí oh! Cara você tem que saber
D7
Que apesar de tudo que anda acontecendo por aí
G
Você ainda pode ser
G#° D
Lírico-Romântico-poético e ainda ouvir
A7 D
O barulho do trem na hora do amor
E A
Uma lata de cerveja bem gelada
E A
Um hambúrguer em plena madrugada
G# G D
Guardar este velho coração curtido
G D
Lembrar o que já foi dito
E
Palavras são palavras que muitas vezes não dizem
F C G D
Nada
F C G D
Nada
F C G D F C G D
Nada
Lua no alforje
Tom: C
(intro) C F
C F C
Saudade bate chocalho
F C
Lá na copa da aroeira
G C F C
Bem domingo de manhã
F C
Acorda sanhaço e gente
F C
Põe brilho no zói da gente
G C F C
Sacode o pé de romã
Bb F
O rio corre na frente
G Am
Cristalindo de contente
F Em Dm C G
Vai preparar o banho de alecrim
Bb F
Conto um causo pra São Jorge
G Am
Ajeito a lua no alforje
F Em Dm C G
O coração na estrada e o pé no chão
C9 Dm
Porque daqui naquela paisagem
Em F7+
Basta um dia de viagem
C Am D7 G
Que eu faço a passo até sem perceber
F G G#
Só quem visse de tardinha
G G#°
Quando o sol se enternecesse
Am
É que podia entender:
Bb F
É tão mulher essa moça
G Am
Que se um dia não nascesse
F Em Dm C G
Por Deus tinha que mandar fazer
F Em Dm G C
Por Deus tinha que mandar fazer
(solo) C F
C F C
Saudade bate chocalho
F C
Lá na copa da aroeira
G C F C
Bem domingo de manhã
F C
Acorda sanhaço e gente
F C
Põe brilho no zói da gente
G C F C
Sacode o pé de romã
Bb F
O rio corre na frente
G Am
Cristalindo de contente
F Em Dm C G
Vai preparar o banho de alecrim
Bb F
Conto um causo pra São Jorge
G Am
Ajeito a lua no alforje
F Em Dm C G
O coração na estrada e o pé no chão
C9 Dm
Porque daqui naquela paisagem
Em F7+
Basta um dia de viagem
C Am D7 G
Que eu faço a passo até sem perceber
F G G#
Só quem visse de tardinha
G G#°
Quando o sol se enternecesse
Am
É que podia entender:
Bb F
É tão mulher essa moça
G Am
Que se um dia não nascesse
F Em Dm C G
Por Deus tinha que mandar fazer
F Em Dm G C
Por Deus tinha que mandar fazer
(final) C F
Luz ainda que tardia
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Zé Geraldo / Tavares Dias
Introdução: D A Bm B A (obs. 1)
Em A
Procurei o mundo inteiro o que estava aqui tão perto
D D4 D
Meu coração brasileiro conspirou mas não deu certo
Em A
Amei você noutros corpos, traí você com a poesia
D D4 D G
Garimpei guisos e fitas, me enrolei na fantasia
A G
Mas por um desses mistérios de Deus ou da natureza
A
Atropelou-me a certeza
D F#m Bm
Que o meu caminho é você pois na penumbra desses anos
A G ( OBS. 2)
Viagem que alumbra e assombra, fugiu-me até minha sombra
A
Mas me seguiu seu amor
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G (OBS. 3)
Lux quae sera tamem
Solo: D G D G Bb Gm A D A Bm B A
Em A
Procurei no mundo inteiro… mas me seguiu seu amor
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
OBS. 1 A introdução da música no CD “No Meio da Área” é somente em “D” (RÉ);
Na parte da música acima, onde entra o solo, no CD “No Meio da Área” fica
somente em “D”.
OBS. 2 No CD “No Meio da Área” é assim:
G A G
Viagem que alumbra e assombra, fugiu-me até minha sombra…
OBS. 3 No CD “No Meio da Área” essa parte é cantada assim:
D G
Luz ainda que tardia
D G
Luz ainda que tardia
Maria Bonita
Tom: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: (C G F G F) 2X
C G
No mato bateu cinco horas
Bb F
Chegou a hora dos “home” acordar
C G
Notícias chegam num galope largo
D G
São duas léguas a nos separar
F C G
Boato voa pelo céu aberto, a volante perto
F
dona do lugar
G
E lá vou eu
C G
No asfalto também cinco horas
Bb F
Chegou a hora de ir trabalhar
C G
Marmita quente debaixo do braço
D G
O apito toca e não pode esperar
F C
O trem lotado desce do subúrbio
G F
trazendo distúrbio, dono do lugar
G
E lá vou eu
C Am
No corpo um vestido de chita
G C
Garrucha enfeitada com um laço de fita
F C
Empurra o seu homem pra frente e pro alto
Bb F G
Maria Bonita
C G
A vida é dura na caatinga
Bb F
Se o homem xinga pra sobreviver
C G
Mulher do lado é que nem barranco
D G
Segura o tranco sem saber por quê
F C
O outro apeia de um cavalo baio
G F
Chega que nem raio, o dono do poder
G
E lá vou eu
C G
E toco a vida pra cidade
Bb F
A felicidade eu compro à prestação
C G
Se o calo aperta num sapato largo
D G
O gás afoga a boca do fogão
F C
A santa paz é um momento raro
G
Todo mês encaro
F
o dono do porão
G
E lá vou eu
C
No corpo um vestido…
om: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Zé Geraldo
Introdução: C F G F C F G FC
C F G
Eu sou o atalho de todas as grandes estradas
C
por onde passei
D7 G
Das vilas pequenas cidades por onde andei
F G C F
Herança de casos passados, migalhas do pão consumido
C D7 G
Eu sou a metade de tudo que você tem sido
C F
Nas ruas num sol de dezembro
G C
eu sou o farol e a contra mão
D7
Da flor que carregas no peito
G
Simples botão
F G
Sou parte maior desse germe
C F
que prolifera e contamina
C D7 G
Querendo construir morada em você menina
F G F C
Doce menina, doce menina
G
Eu sou uma parte do pó
D
Que compõe a estrada de terra
F G C
Você é água cristalina lá no pé da serra
G
Retalhos de noites vividas
D
num albergue, pensão ou motel
F G
mostrando caminho seguro
C
Um jeito de céu
F G
Eu sou uma parte da noite
C F
que entra no dia no alvorecer
C G
Você é a semente de tudo
F G C
Eu vivo a partir de você
F G
Eu sou uma parte da noite
C F
que entra no dia no alvorecer
C G
Você é a semente de tudo
F G C
Eu vivo a partir de você
F G C F C D7 G F G C F C D7 G
La la
C
Nas ruas….
F G C F D7 G
la la ra la ra la ra la ra la ra la ra la la ra la ra la ra la ra la ra la
Olhos mansos
Tom: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Zé Geraldo
Introdução: C G/B Am G F Bb F G
C F C F C
Esse par de olhos mansos jabuticaba madura
C Bb Am G F Bb F
Dos cantos a liberdade, dos anjos tem a candu…ra
G# C G/B Am F
Tem um néctar precioso, o doce da rapadura
C G
No meu peito feito cachoeira com sabor de água
C G Am G F G
pura
C F C F C
É a salvação da minha lavoura contra a seca e a geada
G/B Am G F Bb F
Vagalume que clareia as curvas da madruga…da
G# C G/B Am F
Canto forte da araponga bem no meio da roçada
C G/B Am D G G4 G
Tá dizendo pros dragões baixem o fogo dos canhões
C G C F C
Pois quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Am Em F G4 G
Quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Solo: C F C F C G/B Am G F Bb F G# C G/B Am F C G C G
Am G F G
C G D G G4 G
È a salvação…baixem o fogo dos canhões
C G C F C
Pois quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Am Em F G4 G
Quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
C G C
Pois quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Banquete de hipócritas
Tom: E
Introdução: E
E
O presidente come o vice-presidente
que come o diretor
O diretor come o gerente
que come o supervisor
B A
O supervisor por não ter a quem comer
E
come o trabalhador
B A
O trabalhador come o pão
E
que o diabo amassou
E B A G#
O presidente….que o diabo amaçou
E
Banquete de hipócritas
Banquete de hipócritas
B
Comeu, comeu, comeu, comeu, comeu
E
Quem sobrou fui eu
E E
Banquete de hipócritas…sobrou fui eu
Solo: F# E F# A E
E E E B A G#
O presidente…que o diabo amaçou
E E
Banquete de hipócritas…sobrou fui eu
Banquete de hipócritas, banquete de hipócritas
B A G
Comeu, comeu, comeu
E
Oh! Meu, oh! Meu quem sobrou fui eu
Bolo de aniversário
Tom: C
C G
Hoje mais que tudo eu queria ter
Am G F
uma parte desse bolo que pudesse ser
Dm Dm7/C G
apagada com um sopro simplesmente
Am G F
Vem latente essa vontade de viver
C G
Hoje mais que tudo eu vou ver passar
Am G F
uma folha dessa história que eu não sei contar
Dm Dm/C G
E passou foi como um sopro simplesmente
Am G F
É estranha a condição de medo e gente
C G
Hoje mais que tudo eu vou mastigar
Am G F
um pedaço desse medo que eu não sei cortar
Dm Dm7/C G
e sentir o amargo e doce desse creme
Dm G F
numa estranha confusão de bolo e gente
Am G F
numa estranha confusão de bolo e gente
Coração de Maria
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo/Tavares Dias
Introdução: E A
Refrão:
E A
Deus vos salve Senhora
E A
Bela Constelação
E A
Lembro nesta santa hora
E A
Vossa coroação
E
Mês de maio
A
Quermesse e procissão
E
Ladainha
A
Novena e louvação
D
A prenda mais linda
A
no sonho do leilão
E A
é Maria Virgem da Conceição(Bis)
E A
Cada cor uma congregação
E A
Na bandeira o sinal da devoção
D
Todos vão pedindo
A
A vossa intercessão
E A
Que nos leve ao sagrado coração(Bis)
E A
Todo o povo cantando em oração
E A
Vos pedindo a sagrada comunhão
D A
Veste linho branco em vossa saudação
E A
Feito anjos no altar da criação
Refrão até o final
Corpo Carente
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: A D E D A
A
Noites de Lua
D
Estrela cadente
E D A
Seu dedo apontando o horizonte
Seu cheiro na rua
D
me torna presente
E D A
o clima da encosta do monte
E
São imagens que vagam
D
penetram propagam
E D C#m Bm A
Machucam meu corpo carente
Tardes de sol
D
Raios luzentes
E D A
Paisagens de bosques e fontes
Seu corpo macio
D
tão cálido e quente
E D A
mostrando o caminho da fonte
E
São imagens que vagam
D
penetram propagam
E D C#m Bm A
Machucam meu corpo carente
E B
O que restou são imagens que hoje
D A B
agitam meu peito sombrio
F# C#
Meu universo ficou reduzido
E F# B B7
a um pobre circo vazio
E
As noites de lua
B
As tardes de sol
F# E B B7
Seu corpo tão cálido e quente
E Em
São imagens que vagam
B G#m
Penetram propagam
F# E D#m C#m B
Machucam meu corpo
Dama da noite
Tom: D
Intr.: E A G A E A E
E A
O beijo da mulher amada
E A
Amanhecendo a passarinhada
E A
O tempo vai ser dedicado
E A
Palavras me dizem no ar
E A
A história é bem fundamentada
E A
Com jeito de mulher amada
D E
Silêncios da paixão
D E
São laços que se dão
D E
Enquanto o sol desmancha
D E E A E
No meu coração, no seu coração
E A
O perfume da dama da noite
E A
Adormecendo a passarinhada
E A
O tempo vai ser delicado
E A
Mistérios suspensos no ar
E A
A história é bem fundamentada
E A
O perfume da dama no orvalho
D G
Silêncios da paixão
A E
São laços que se dão
A E
Enquanto a noite vem
D B7
A poesia crava a lua no meu coração
E A
Você e eu (2X)
D E (E A)
Eu e você
Dona
Tom: Bb
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: Gm F Eb Dm Cm D/F#
Gm Bb C
Dona das tardes sombrias do início de março
Eb Bb D/F#
Que amortece a caída das folhas do outono
Gm Bb C
Dona da estrada de terra que abraça os meus passos
Eb Bb
E do fio que tece a rede que embala
F
Que embala o meu sonho
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb F D
um acalanto na cidade)
Gm Eb C
Dona do amor que aquece as noites de inverno
Eb Bb D/F#
Faz o vento soprar em pleno verão
Gm Bb C
Dona que faz do meu pranto um sorriso eterno
Eb Bb
Leva o barco da vida pros mares mais calmos
F D/F#
Leva os sonhos nas mãos
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb D/F#
um acalanto na cidade)
Gm Bb
Dona que traz no semblante a expressão do meu verso
C
Dona da força que altera um placar adverso
Eb Bb
Dona do anteprojeto que traça e define o meu ponto futuro
Eb Bb F
Dona da lei que abole a vergonha do muro
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Que consegue fazer transbordar o meu peito
F
com o ar puro da serra
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Da palavra final do último ato
F C
Do acordo de paz entre os homens da terra
EStradas
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: Bb F C D
Gm Bb F
Trago o meu peito ardendo em chamas
Eb
Pés descalços sobre a lama
Bb F
Que cobriu nossos caminhos
Bb D Gm Gm/F
Desconheço qualquer traço de esperança
C Eb F
Que o abraço da lembrança faça renascer sozinho
Gm Bb F
Esse corpo magro e maltratado
Eb Bb F
Esse cérebro calejado quer abrir os corações
Bb D Gm Gm/F
E acabar de vez com a inquietude
C Eb F
Que emudece a juventude, que divide as gerações
Gm Bb F
Nós viemos juntos de outras eras
Eb Bb F
Semeando primaveras que não tardam florescer
Bb D Gm Gm/F
Acumulando uma força invisível
Gm/Eb
Num processo irreversível
Eb Bb F C
Pra não ser mais preciso ver
G C G C
A calada da noite mostrando homens cabisbaixos
G C D
Caminhando sob o olhar perplexo da madrugada
F C G A
Perguntando onde vão dar os atalhos dessa nova era
D
Dessa nova estrada
G D G
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
G Em D
Vai cruzar o município dos homens de fé
F C G
Vai fazer da certeza o seu arraial
A7
Na cidade dos jovens sem medo
D G
Vai fazer o seu ponto final
G D G
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
G Em D
Vai cruzar o município dos homens de fé
F C G
Vai fazer da certeza o seu arraial
A7
Na cidade dos jovens sem medo
D G E
Vai fazer o seu ponto final
A E A
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
F#m E
Vai cruzar o município dos homens de fé
G D A
Vai fazer da certeza o seu arraial
B7
Na cidade dos jovens sem medo
E A E
Vai fazer o seu ponto final
A E A
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
F#m E
Vai cruzar o município dos homens de fé
G D A
Vai fazer da certeza o seu arraial
B7
Na cidade dos jovens sem medo
E A E
Vai fazer o seu ponto final ….
Há de ser por esta estrada
Tom: Cm
[Intro] Cm Bb Eb Fm Cm G7 Cm G7
C G/B Dm7
A estrada consumindo léguas que não se avistam por aqui
F G F C
É irmã dessa saudade de quem não vejo pra sentir
C7 F D7 G
Quem se foi com a noite escura e se perdeu na madrugada
F C D7 G G7
Vive sempre na procura do começo dessa estrada
C G/B Dm7
Estrada, pra onde me levas? Não vou querer me aventurar
F G F C
Só vou me consumir nas léguas se houver morada pra ficar
C7 F D7 G
Devorando a noite escura, vasculhando a madrugada
F C D7 G G7
Pois só acha quem procura e há de ser por essa estrada
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
[Solo] Bb Eb Fm Cm G7 Cm G7
C G/B Dm7
A estrada consumindo léguas que não se avistam por aqui
F G F C
É irmã dessa saudade de quem não vejo pra sentir
C7 F D7 G
Quem se foi com a noite escura e se perdeu na madrugada
F C D7 G G7
Vive sempre na procura do começo dessa estrada
C G/B Dm7
Estrada, pra onde me levas? Não vou querer me aventurar
F G F C
Só vou me consumir nas léguas se houver morada pra ficar
C7 F D7 G
Devorando a noite escura, vasculhando a madrugada
F C D7 G G7
Pois só acha quem procura e há de ser por essa estrada
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm G7
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
Hippie Velho Sonhador
Tom: A
[Intro] A G D A
A G
Talvez eu seja um hippie Véio com a cabeça em woodstock
D A
Contestando o sistema, com um pé no mato e um pé no rock
A G
Quem sabe ainda seja aquele mesmo hippie véio sonhador
D A
Não conseguiu mudar o mundo, continua clamando, paz e amor
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D A
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D B E
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
A G
Talvez eu seja um cidadão preocupado com a sociedade
D A
Reivindicando seus direitos, tentando viver com dignidade
A G
Quem sabe ainda seja aquele mesmo hippie véio doido sonhador
D A
Não conseguiu mudar o mundo, continua cantando paz e amor
[Solo] A G D A
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D A
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D B E
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
A G
Talvez eu seja um hippie Véio com a cabeça em woodstock
D A
Contestando o sistema, com um pé no mato e um pé no rock
Lua Curiosa
Tom: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo/Cacá Bloise/Tavares Dias
Intro.: F C F C G C (2x)
F
Moro naquela casinha
C F C
Na beirada da lagoa
G C
Lá no pé do cafezal
F
Onde o criador da alvorada
C F C
Ensaia a passarinhada
G Am E
Num grande coral
A E
Quando é bem de tardezinha
Dm Am
Eu mais a morena minha
E Am
Dá de namorar
Am/G# Am/G Am/F#
E é coisa tão maravilhosa
F Dm G
Que a lua curiosa vem
F
Logo espiar
Título
Cantor, de Autor
Mais de Zé Geraldo
- A
- B
- C
- D
- E
- F
- G
- H
- I
- J
- K
- L
- M
- N
- O
- P
- Q
- R
- S
- T
- U
- V
- W
- X
- Y
- Z
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