Você vai gostar
Você vai gostar
Renato Teixeira
( E7 A )
( E7 A )
Sorrindo, cantando Meu canto e meu riso Não sabe o que digo E vou caminhando Sorrindo, cantando Até viu o dia
Vou Caminhando
Geraldo Vandré
Tom: D Walk it back What, what would you have had me say Walk it back Time You, don’t you turn this around Walk it back Walk it back Time, time Walk it back Walk it back
Why not smile
R.E.M.
Walk it back
Walk it back
Instead of what I said?
Where, where would I go?
How could I follow that
Except to do what I did which is to
Walk it back
Walk it back
Reverse and rewind
Erase and revise
And try to start again
I have not touched the ground in
I don’t know, how long?
You say to
Walk it back
Walk it back
Walk it back
Walk it back
Time, it cannot abide
You, you can’t turn away
You’ve asked me to stay
But something needs to change
Why can’t you?
Walk it back
Walk it back
Walk it back
Walk it back
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Verse 5
ABC do Preguiçoso
E A
Marido se alevanta e vai armá um mundé
B7 E
Prá pegá uma paca gorda prá nóis fazê um sarapaté
B7
Aroeira é pau pesado num é minha véia
A E
Cai e machuca meu pé e ai d´eu sodade
A
Marido se alevanta e vai na casa da sua avó buscá
B7 E
a ispingarda dela procê caçá um mocó
B7
E que no lajedo tem cobra braba num é minha véia
A E
Me pica e fica pió e ai deu sodade
A
Entonce marido se alevanta e caçá uma siriema
B7 E
Nóis come a carne dela e faiz uma bassora das pena
B7
Ai quem dera tá agora num é minha véia
A E
Nos braço de uma roxa morena e ai d´eu sodade
A
Sujeito te alevanta e vai na venda do venderão
B7 E
Comprá uma carne gorda prá nois fazê um pirão
B7
É que eu num tenho mais dinheiro num é minha véia
A E
Fiado num compro não e ai d´eu sodade
A
Entonce marido se alevanta e vai na venda do venderim
B7 E
Comprá deiz metro de chita prá fazê rôpa pros nossos fiim
B7
Ai dentro tem um colchão véio num é minha véia
A E
Desmancha e faiz umas carça prá mim e ai d´eu sodade
A
Disgramado se alevanta e deixa de ser preguiçoso
B7 E
O homi que num trabáia num pode cumê gostoso
B7
É que trabáia é muito bom num é minha véia
A E
Mas é um pouco arriscoso e ai d´eu sodade
A
Entonce marido se alevanta e vem tomá um mingau
B7 E
Que é prá criá sustança prá nóis fazê um calamengal
B7
Brincadêra de manhã cedo num é minha véia
A E
Arrisca quebrá o pau e ai d´eu sodade
A
Marido seu disgraçado tu ai de morrê
B7 E
Cachorro ai de ti lati e urubu ai de ti cumê
B7
Se eu subesse disso tudo num minha véia
A E
Eu num casava cum ocê e ai deu sodade
Água
Intro: C G D
D A
A grota inteira tá chorando de saudade
G D
Da umidade que fecunda a terra seca
D A
Vital retalho do céu que manda pro solo
G D
Divino orvalho gozo que nos eterniza
E A
Intimidade que pertence à natureza
G A
Com essa imensa porção liquida riqueza
G D
Certeza de brotar do solo os alimentos
D A
Sustento eterno das matas do mar e vento
G D
Centro da vitalidade do universo
E A
Verso e reverso que reveste a natureza
G D
Está presente na terra em toda parte
G D
Na arte farta de tanta imagem poética
G D
Que alimenta a filosófica estética
E A
Clara cristalina límpida e forte
C G D
É responsável pela vida ou morte em marte
C D
Se faltar aqui na terra tem tragédia
C D
Catastrófica será se vem de sobra
C D
e a nossa ignorância será mágoa
E A
Mas a nossa inteligência será trégua
C G D
Quando sólidos e sós seremos água
Alvoroço
intro: Bb Eb D G
D G
Um passo formoso é a moça
C G
Uma árvore frondosa é o seu dorso
C G
Uma tarde fresca uma noite estrelada
Bb Eb D G
São seu colo, sereno, e seus olhos de alvoroço
F C D G
Um amor ferforoso põe a mão, no rosto
C Bb D G
É moreno, ele sonha, ele queima, ele voa
C G
Ela roça suas asas
Bb Eb D G
Ela cai sobre as casas, como a luz da manhã..
C G
Ela cai sobre a gente
Bb C Eb G
Como a chuva quente, luminosa e temporã..
D G
Um passo formoso é a moça
C G
E sua boca é de louça
C G
Seu cabelo é de algodão
F G
Seu colo é de sonhar
C G
Seu sim é de matar
Bb Eb D
É de morrer seu não (3x)
G Bb Eb
É de matar o seu sim
D G (4x)
E de morrer seu não
(Bb Eb D G)
Há de comer , há de beber , há de tocar tambor…
Balanço da Sereia
A
Eu vi o mar fazer balanço (balanceiro da usina)
G#m
Eu vi o mar balancear (balanceiro da usina)
A E
Eu dei um tung em mar d’areia eu vi o canto da sereia
B7 E
Vi a sereia no mar (balanceiro da usina)
E A G#m
Quem sabe cantar não canta quem não sabe quer cantar
A E
Quem tem asa não avoa ai meu deus que coisa boa
B7 E
Quem não tem quer avoar
Vi o mar fazer balanço
E A G#m
Da laranja eu quero um gomo do limão quero um pedaço
A E
Da menina mais bonita chega de laço de fita
B7 E
Quero um beijo e um abraço
Caso você Case
Intro: F# B F# F#7 B Cº F#7/C#
F# B
Caso você case
F# F#7
não escreva a nota
B Cº
não destrave a porta
F#
não esteja morta
F#7 B C#7 F#
não estrague a horta
F#7 B C#7 F#
não estrague a horta
F#7 B
Faca que não corta
F#
Mulher semi-morta
B Cº F#7/C# F#7
Sem cara, sem fala, sem bala, sem hora, sem ala-á (bis)
F#7 B B4 B
É necessário tudo, mudo, surdo, absurdo
F# F F#
É necessário nada, fada, fanada, nada em fá
B B4 B
É necessário nada, tudo, mudo, surdo, absurdo
F# F F#
nada em fá-fazer
Coração de Maria
Tom: C
Am Dm
A vida é quem da alegria
E Am
E a beleza irradia por todo lugar
G
Na lua da noite, no sol do dia
F
Vamos poeta na poesia
E
Na brisa do vento, na rosa do mar
Am
Vamos meu irmão.
G Am
É linda a canção da natureza
B7 E
Pura beleza na luz do olhar
Do poeta primeiro, meu santo guerreiro
Am
Da estrela do norte, do coração de Maria
G
Vamos poeta na poesia
F E
Ensinando que a vida é feita pra amar.
Am G
Ensinando que a vida
E
É feita pra amar.
Am
Ensinando e aprendendo a viver
G Am
Eu vou com você nesta poesia
G
O dia amanhece e eu lhe dou bom dia
F
A noite escurece mas a estrela-guia
E
Clareia o caminho de quem merecer
Am G
Correr o mundo, correr estrada
F
Correr a vida nesta caminhada
E Am
Sempre juntos eu e você.
Ei Flor
B
Ei flor
F#
cadê o cheiro que ocê prometeu
C#m
ei flor
F# B
não venha dizer que se esqueceu
B
ei flor
F#
será que não se lembra mais d’eu
C#m
ei flor
F# B
daquele cravo de juntin’ seu
G#m
amor
D#
nosso brinquedo no pé de juá
Bb
ei flor
G#m
não esconda vê se vem me dar
G#
amor
C#m
será que se esqueceu de mim?
G#m
não acredito no que vejo
D#
pois sei que o seu desejo
G#m
era me amar até o fim
G#m
amor
D#
será que bicho foi que te mordeu
Bb
ei flor
G#m
será o que foi que se assucedeu
G#
amor
C#m
não lembra mais do seu dodói
G#m
eu era o lírio dos teus olhos
D#
nós banhava no riacho,
G#m
diacho, valha-me Deus.
Estampas Eucalol
Intro: Am, G, F, C, Am, Dm, E, Am, G, F, C, Am, Dm, E
Am G F
Montado No Meu Cavalo
C
Libertava Prometeu
Dm Am
Toureava O Minotauro
E Am
Era Amigo De Teseu
Am G F
Viajava O Mundo Inteiro
C
Nas Estampas Eucalol
Dm Am
À Sombra De Um Abacateiro
E Am
Ícaro Fugia Do Sol
C G
Subia O Monte Olimpo
F G
Ribanceira Lá Do Quintal
F C
Mergulhava Até Netuno
G/B G
No Oceano Abissal
E Am
São Jorge Ia Pra Lua
E Am
Lutar Contra O Dragão
Dm Am
São Jorge Quase Morria
E Am
Mas Eu Lhe Dava A Mão
Dm Am
E Voltava Trazendo A Moça
E Am
Com Quem Ia Me Casar
Dm C
Era A Minha Professora
E Am
Que Roubei Do Rei Lear
Dica: Fica Bem Mais Parecido Com O Original Se Você Tocar No G#m
Kukukaia
Intr.:D, C, G, A, D, C, G, A
D C
São quatro jogadores nesta mesa
G A
Frente a frente para jogar
D
São quatro cabras de peia
C G
No desafio do jogo da bruxa
A
Em noite de lua cheia
D C
São quatro jogadores nesta mesa
G A
Dando as cartas do jogo surdo da vida
Dm C
Kukukaia eu quero você pra mim
G A
Kukukaia mas olha esse cachorro aqui
Dm C
Kukukaia eu quero você aqui
G Bb
Kukukaia mas preste atenção em mim
D, C, G, A, D, C, G, A
D C
São quatro jogadores nesta mesa
G A D
Dando as cartas sem dar falsa folga a ninguém
São quatro cabras de peia
C G
De riso dócil e rima fácil
A D
Não vá se enganar heim meu bem
C
Que eu tenho dois olhos eu tenho dois pés
G A
Dor dos meus olhos vá pros meus pés
D C
E dos meus pés pra dentro da terra
G A
Da terra para a morte
Dm
Kukukaia…
D C
O ovo é redondo ventre redondo é
G A
Vem amor. vem com saúde
Bis
D C
Aonde eu sou chama seja você brasa
G A
Aonde eu sou chuva seja você água
Dm
Kukukaia…
Luz Dourada
Intro: G Am
G
Uma paisagem tão rara
Am
Que setembro apelou pra Pedro
Am/C D
Quero chuva mansa e clara
Que a flor que vi
C
Se a flor que sou não chego
D
Olhe que já vi primavera
G
Luar nascendo cedo
Bb
Matei a sede na fonte das pedras
F
Ouvindo o passaredo
G
Passei entre os cajus
Descobrindo teu segredo
Am
Ouvindo o canto da inhambu
C D G
Nos confins dos arvoredos
F
No ribeirão já banhei nu
C
Entre meio os alamedos
Bb
Já vi em noites azuis
F G
Lampejos nos lajedos
G
Quando é tempo de chover
se alegram flores, bichos, gados
Am
Eu ainda hei de ver
C
Um mundo sem guerra
G
De homens honrados
Então seguirei por aqui
De pés no chão despreocupado
Am
Sou menino, sou guri
C D G
Tupi, guarani dourado
(Repete as mesmas cifras na II parte)
No quebrar das cachoeiras,
Debaixo dos ingazeiros
O flabelar das palmeiras
Nos cachos dos teus cabelos
Já vi flor de todo cheiro
Pra que tanto nesse olhar
Já vi chumbo virar ouro
Já vi choro sem mágoa
Todo tipo de tesouro
O coração pode guardar
Cristão abraçando Mouro
Em coro pra celebar
Bela igual assim nesse doiro
Só se o arco-íris bordar
Não esqueci sem conhecer
Só de ver hei de lembrar
Quando é tempo de chover…
Matança
Intr.: G C G C G
G C G
Cipó caboclo tá subindo na virola
C D
chegou a hora do pinheiro balançar
A G
Sentir o cheiro do mato da imburana
A G C G
Descansar morrer de sono na sombra da barriguda
C G
De nada vale tanto esforço do meu canto
C D
Prá nosso espanto tanta mata ah já vão matar
A G
Tal Mata Atlântica e a próxima Amazônia
A G C G
Arvoredos seculares impossível replantar
C G
Que triste sina teve Cedro nosso primo
C D
Desde menino que nem gosto de falar
A G
Depois de tanto sofrimento seu destino
A G A G
Virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar
C G
Quem por acaso ouviu falar da Sucupira
C D
Parece até mentira que o Jacarandá
A G
Antes de virar poltrona, porta, armário
A G C G
Moro no dicionário vida eterna milenar
D A C G
Quem hoje é vivo corre perigo
D C D
E os inimigos do verde da sombra o ar
A C G
Que se respira e a clorofila
D C D
Da mata virgem destruída vão lembrar
C G C G
Que quando chegar a hora é certo que não demora
C A D
Não chame Nossa Senhora só quem pode nos salvar
G A G A
ÉÉÉ…., Caviuna, Cerejeira, Baraúna, Imbuia, Pau-d´aco,
G A G
Solva, Juazeiro e Jatobá
A G A G
Gonçalo Alves, Paraíba, Itaúba, Louro, Ipê, Paracaúba,
C G
Peroba, Maçaranaduba
A G A G C G
Carvalho, Mogno, Canela, Imbuzeiro, Catuaba, Janúba, Aroeira, Araribá
A G A G C G
Pau-ferro, Anjico, Amargoso, Gameleira, Andiroba, Copaíba, Pau-Brasil, Jequitibá
D A C G
Quem hoje é vivo, corre perigo
Nas Asas do Zabelê
Tom: G
G C
Palavra de bem te vi
G C
Que a bem da verdade te quero aqui
G C D G
Qual cor de camaleão de corar o coração
G C
Abraço de cansanção
G C
Que fere e flora a fulô da canção
G C
Como o canto do concri
D G
Do uirapuru, e do galo cancão
F Em
Nas asas do zabelê
Dm
No sofrer do sofreu
C
Na cara do carão
F Em
É que vejo o bem ti vi
Dm
Eu beijo o beijo flor
C
Que eu volto pro sertão
Nóis é Jeca mais é Joia
Tom: G
G
Andam dizendo que nóis é caipira
C
Que nossa casa é feita de taboca
D
Que nossa onda é dançar catira
C
Que nóis tem cara de milho de pipoca
G
Nóis gosta é de pescar traíra
C :
Ver as bichinha chorando na vara :
D : 2
Nóis num gosta de mentira : X
G :
Nóis tem vergonha na cara :
G C G :
Se farinha fosse americana :
C :
Mandioca importada : 2
D : X
Banquete de bacana :
G :
Era farinhada :
G
Andam dizendo que nóis é botina
C
Que nossa onda é andar a cavalo
D
Que nossa calça é amarrada com imbira
C G
Que nossa moda é briga de galo
G
Nóis gosta e de pescar traíra
C :
Ver as bichinha chorando na vara :
D : 2
Nóis num gosta de mentira : X
G :
Nóis tem vergonha na cara :
G C G :
Se farinha fosse americana :
C :
Mandioca importada : 2
D : X
Banquete de bacana :
G :
Era farinhada :
G
Fernando Henrique disse que nóis é caipira
C
Que nóis tem que aprender inglês OH YES!!
D
Que nóis tem que fazer sucesso fora
C G
Deixa de bestagem, nóis nem sabe português
G
Nóis somos caipira pop
C :
Nóis entra na chuva e não molha :
G : 2
Meio I love you : X
D G :
Nóis é jeca mas é jóia :
G C G :
Se farinha fosse americana :
C :
Mandioca importada : 2
D : X
Banquete de bacana :
G :
Era farinhada
Pela Luz dos Dias
Tom: G
[Intro] G C G C G C G
G
Tem certos dias que ponho a mão na cabeça
C
E pergunto o que anda acontecendo
Am
Pois nessa vida o que existe de beleza
D G
É a grandeza de outra vida nascendo
G
Quem já pôde ver na beira de um riacho
Em Am
Cantos, cachos, colibris se entretendo
C G
Saiba que o homem na sua malvadeza
D G
Judiando a natureza tudo isso vai perdendo
C G
Este ser pela fortuna e avareza
D G
Vai pouco a pouco preparando seu veneno
C G
Ei moço, não desmanche o que Deus fez um dia
D G
Quem destrói não cria, renega sua paz
C G
Não peço apenas por escrever poesia
D G
Mas pela luz dos dias e o bem que a vida nos faz
G
Quando não houver mais flores nos jardins
C
Nem animais passeando nas planuras
Am
Quando o silêncio invadir os passarinhos
D G
Sentindo a falta da fruta madura
G
Quando as águas dos rios forem tingidas
Em Am
Fadando a vida à eterna desnatura
C G
Vão responder pelo ar que se respira
D G
O valor de um caipira e um ninho de saracura
C G
Quem fere a terra, nossa mãe natureza
D G
Com as mãos assina a própria desventura
Composição de Juraildes Da Cruz
Pequenina
Tom: F#
(intro) F# D#m G#m C#
F# D#m
São tão claros os presságios
G#m
E os encontros dessa vida
C#
Quando as partes combinadas
A# D#m
Surgem numa mesma estrada
F#
E na dimensão dos sonhos
B Bm
Sobre a sombra das palavras
Bm F# C# F#
É que eu mando um abraço pra ti pequenina
( C# F# C# F# )
F# D#m
Flor vermelha tão cheirosa
G#m
Tão bonita e amorosa
C#
Onde a essência dessa história
A# D#m
Paira plena na memória
F#
Não pergunte pelo tempo,
B Bm
Pois o tempo é agora
Bm F# C# F#
O futuro na luz da manhã, não demora.
( C# F# C# F# )
Serra da Borborema
Tom: E
E A E B7 E A B7 E
O galo cantou e gemeu a ema na serra da borborena prás menina caqueá
E A E
E no clarão da lua um poeta improvisando
B7 E
Fazendo verso brincando sorrindo pra seu xodó
C G A
Lá em campina é diferente o machucado é dançar peão trocado
B7 E
Três mulé prum home só
A E B7 E
Como é bonito vê uma morena no xaxado fazendo seu rebolado lá na serra de campina
C G A
Eu vi menina ainda vestindo timão pisando e barrendo chão
B7 E
E dançando cintura fina
Rosa Baiana
Tom: E
[Intro] E A D A
E A D A
E A D A
E A D A
E A
Treme o chão, treme a terra
D A D A D A D A E
Ronca o barulho do trovão
A
Pode Deus ou o Diabo
D A D A D A D A E
Juízo Final, celebração
D
Treme o chão, treme a terra
E C#m B A
Diante dos olhos passa ligeiro
G# A
Chão da Bahia, sertão inteiro
B7 E
Sol derramando fogo no céu
C#m B A
Sangue e suor como nas Cruzadas
G# A
Reza, mandinga, o cruzar de espadas
B7 E
Rosa Baiana, paixão e fé
[Refrão]
E C#m B A
Enquanto corpo-flor desabrocha
G# A
O coração cede feito rocha
B7 E
Às insistentes ondas do amor
C#m B A
E é a esse encanto de amor primeiro
G# A
Que lhe desfecha o golpe certeiro
B7 E
Rosa Baiana, Rosa Mulher
E C#m B A
Força de Deus prá criar os filhos
G# A
Não se dobrou prá fera cansaço
B7
Morte e cangaço
E C#m B A
Faca, fuzil, sobrevivente à tanta disputa
G# A
Vitoriosa na sua luta
B7 E
Rosa Baiana, Rosa Brasil
Vital Farias
D A#° Bm G A7
Cantiga de cam po de concentração
D A#° Bm G A7
A gente nem sen te com precisão D7
Mas recordo a tua imagem naquela viagem que fiz
G
pro sertão
Gm7
Eu que nas ci na floresta canto e faço festa
D
no seu coração
Em A7 D G D Em A7 D G D
Voa, voa, azulão voa, voa, azulão
D A#° Bm G A7
Cantiga de ro ça de um ce go apaixonado
D A#° Bm G A7
Cantiga de mo ça lá do cer ca do
D7
que canta a fauna e a flora e ninguém ignora se
G
ela quer brotar
Gm7
Bota uma flor no cabelo com alegria e zelo
D
que pra não secar
Em A7 D G D Em A7 D G D
voa, voa, no ar voa, voa, no ar
D A#° Bm G A7
Cantiga de ni nar a criança na rede
D A#° Bm G A7
Mentira de á gua é matar a sede
D7
Diz pra mãe que eu fui pro açude
G
Fui pescar um peixe isso eu num fui não
Gm7
Tava era com a namorada pra alegria e festa
D
do meu coração
Em A7 D G D Em A7 D G D
Voa, voa azulão voa, voa azulão
D A#° Bm G A7
Cantiga de in dio que perdeu sua taba
D A#° Bm G A7
No peito esse in cêndio céu não se apaga
D7
Deixe o indio no seu canto que eu canto acalanto
G Gm7
Faço outra canção deixe o peixe, deixe o rio que
D
o rio É um fio de inspiração
Em A7 D G D Em A7 D G D
voa, voa azulão voa, voa azulão
Título
Cantor, de Autor
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A dama e o vagabundo
Tom: G
Intro: G D C G C G A D G D C G C G A D G
G D C G
Eu não sei porque minha princesa você com tanta beleza foi se apaixonar por mim
C G A D
Eu que sou um pobre vagabundo que ando solto pelo mundo aventureiro até o fim
G D C G
Eu já fui soldado e carpinteiro, fui chofer e jornaleiro e jogador de futebol
C G A D
Se existe um porte ou beleza sou obra da natureza bem queimado pelo sol
G D C G
Eu não quero nada que é seu, eu não sei o seu amor para guardar no coração
C G A D G
Eu tenho um violão como amigo, tenho o céu como abrigo e tenho muita inspiração
C G C G
Sou cantor poeta faço versos faço trabalhos diversos pra poder ganhar o pão
C G A D
Comigo você vai correr o mundo isto tudo num segundo vai ser grande a emoção
G D C G
Onde já se viu dama tão fina uma jóia de menina apaixonar por um plebeu?
C G A D G
Eu sei que todos vão me perseguir mas eu sempre vou fugir pois este mundo é todo meu
C G G
Sou cantor poeta faço versos faço trabalhos diversos pra poder ganhar o pão (…)
A D G
(…) Eu sempre vou fugir pois este mundo é todo meu
A D G
Sempre vou fugir pois este mundo é todo meu
A Fé
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: G C D
G D G
Tá na prece do cristão, na festa do padroeiro
G7 C G/B Am G C
tá nas velas que iluminam os caminhos do mosteiro
D G
Acompanha os peregrinos todo ano a Juazeiro
G7 C D G D G
tá na roda das carretas, na cabine do caminhoneiro
D G
Rola pelas rodovias que nos levam a Aparecida
G7 C G/B Am G C
tá com a dona de casa todo dia em sua lida
D G
Muitas vezes explosiva, outras vezes reprimida
G7 C D G E F#m G#m
é a companheira do operário em sua luta pela vida
A E A
Tá no verso do poeta, nas trovas do cantador
A7 D A/C# Bm A D
nas palavras do profeta, no peito do trabalhador
E A
Tá no pranto de quem chora, na alegria e na dor
A7 D E A E A E A E A
Tá à espera de braços abertos no alto do Redentor
E A
Tá na reza dos fiéis, no ato dos governantes
A7 D A/C# Bm A D
tá presente nos bordéis, no encontro dos amantes
E A
Tá nos livros e papéis, na cabeça do estudante
A7 D E A F#
Na esperança dos que chegam, na ilusão dos retirantes
B F# B
Tá na força do destino, nas ruas e na prisão
B7 E B/Eb C#m B E
tá na festa do Divino na fogueira de São João
F# B
No sorriso do menino, tá no gesto do ancião
B7 E F# B F# B F# B F# B
tá na chuva na cidade, tá na seca no sertão
F# B
Muito dela tenho ouvido e dela tenho falado
B7 E B/Eb C#m B E
por ela se tem morrido, por ela se tem matado
F# B
Todo povo oprimido não se esquece do ditado:
B7 E F# B
“Povo que vive sem fé é um povo abandonado”
F# B
O povo que vive sem fé é um povo abandonado
B7 E F# B
O povo que vive sem fé é um povo abandonado
A poeira, o canto e você
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: C G Em A7 D C G D G
G C G Em A D
Embaixo de um céu de estrelas, vou cantando por cidades povoados e vilas
A A7 D C D G
Você em minha cabeça povoando os meus sentimentos
A A7 D A A7 D
Eu saio na calada da noite, eu sou um cigano na noite
C D G D G
Sinto a pureza de um estradeiro sob o sol de janeiro a janeiro
C D G D G
Sinto a pureza de um estradeiro sob o sol de janeiro a janeiro
A A7 D
Cortando o país de sul a norte viajando no meu pensamento
C D G
Mas nesse momento eu queria te tocar, te sentir
D G
ouvir sua fala tão boa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C G Bm Em C D G C D G D C G
Minha vida é a poeira o canto e você… ê… ê
A A7 D
Cortando o país de sul a norte viajando no meu pensamento
C D G
Mas nesse momento eu queria te tocar, te sentir
D G
ouvir sua fala tão boa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C D G
Meu pensamento é um pássaro engaiolado
D G
Bate asas e não voa
C G Bm Em C A D
Minha vida é a poeira o canto e você (3 vezes)
Acordando a poeira da estrada
Tom: E
(intro) E B7 E B7 E B7 B7 B7 E
B7
Uirapuru cantou
E
No alto da capoeira
B7 E
É mais uma vez de acender fogueira
B7 E
E mais um gemido da minha viola
B7 E
Reclama uma sanfona pra me acompanhar (2x)
E7 A
Eu sou a mão estendida
B7 E
A quem precisar de um forasteiro
E7 A
Eu tenho em mim estourando
B7 E
A força do grito de um boiadeiro
E7 A
Eu sou nascido da terra
B7 E
Nem a seca me maltrata
E7 A
Meu mundo começa no instante
B7 E (2x)
Em que o sol aparece atrás da mata
E7 A
Abre a porteira
B7 E
Já vai raiar vida branca
E7 A
Sete léguas por dia
B7 E
No couro da mula manca
E7 A
Eu tenho em mim estampado
B7 E
A verdade que sai do coração
E7 A
Eu sou a canção da vida
B7 E
Mais triste que todo o meu sertão
E7 A
Não tenho rancho na serra
B7 E
Nem sou dono de boiada
E7 A
Meu rumo é seguir pra sempre
B7 E
Acordando a poeira da estrada
E7 A
Abre a porteira
B7 E
Já vai raiar vida branca
E7 A
Sete léguas por dia
B7 E
No couro da mula manca
Aprendendo a viver
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução:A A4 A D A A4 A D A C G A
A A4 A
O gesto que agradece o dado
A4 A
O ato que engrandece o fato
D A
A luz que guia o meu sapato
E A A4 A
O passo é um laço
A4 A
As grandes pedras do caminho
A4 A
A sensação de embaraço
D A
A intimidade de um abraço
E A A7
O pacto, o rapto
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A A4 A
Na escuridão
A A4 A
O tempo de plantar os sonhos
A4 A
A hora mestra do momento
D A
A voz do povo não pergunta
E A A4 A
Apenas comenta
A4 A
O gestual da ousadia
A4 A
O verso inverso da poesia
D A
O lado oculto do silêncio
E A A7
O lenço, a lágrima
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A
Na escuridão
Solo: A A4 A D A A4 A D A C G A
A A4 A
Então o justo é ir embora
A4 A
Se assim quiser seu coração
D A
Palavras abrirão caminhos
E A A4 A
Por entre os espinhos
A4 A
Não tema o jeito do destino
A4 A
Viver é só um fingimento
D A
E tudo é só uma lembrança
E A A4 A7
Imagens, momentos
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A A4 A
Na escuridão
D E
As coisas do mundo vão de traduzindo
C#m F#m
E o tempo é o vento que vai conduzindo
Bm E
E a gente navega nos mares da vida
A A4 A7
Aprendendo a viver
D E
Um dia se ama, outro dia se chora
C#m F#m
É triste demais quando alguém vai embora
Bm E
A alma do tempo é uma luz que se acende
A A A4 A
Na escuridão
Asas Partidas
Tom: E
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: E C#m B7 A B7 E B7
E B7 A B7 E C#m
Não já não basta aos corações um encontro verdadeiro
F#7 B7
Isso é pouco ante as leis dos cavaleiros
A E C#m
Ninguém entenderia a grandeza da ternura
F#m B7 E
Pois aos olhos dos comuns isso é loucura
C#m B7/A E C#m B7
Em nós ficou a lembrança do amor
A E C#m F#7 B7
o encanto, o meu suor o nosso pranto
E C#m A
Parece que a felicidade é como um horizonte
F#7 B7 E
Uma linha imaginária cada dia mais distante, ô (solo) C#m B7 A B7 E
B7/A E C#m F#7
Nos resta então seguir eu vou cantando
A B7 E C#m
imaginando você por perto
F#7 A B7 E C#m
Meu coração aberto liberto de qualquer preconceito
B7 E C#m A
E você seguindo o curso natural de sua juventude
F#7 A E C#m F#7 B7
amando sentindo chorando sorrindo
E C#m A G#m F#m
De vez em quando permitindo num instante de saudade
C#m B7 E
que eu visite seu peito (solo) C#m B7 A B7 E B7
E B7 A B7 E C#m
Não já não basta aos corações um encontro verdadeiro
F#7 B7
Isso é pouco ante as leis dos cavaleiros
A E C#m
Ninguém entenderia a grandeza da ternura
F#m B7 E
Pois aos olhos dos comuns isso é loucura
C#m B7/A E C#m B7
Em nós ficou a lembrança do amor
A E C#m F#7 B7
o encanto, o meu suor o nosso pranto
E C#m A
Parece que a felicidade é como um horizonte
F#7 B7 E
Uma linha imaginária cada dia mais distante, ô (solo) C#m B7 A B7 E
Assim falou o poeta
Tom: E
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
[Luiz Carlos Bahia/José Felice]
E A
Um dia o poeta falou
B7 E
Da sombra sonora do disco voador
A
Eu sou a mosca que pousou na sua sopa
B7 E
A história do dia em que a terra parou
E7 A B7 E
Parou para ver o poeta maluco beleza ficar
A E
Plantando seu versos na terra
B7 E
No fogo, na água, no ar
E7 A
Mamãe não quero ser eleito prefeito
B7 E
Prefiro ser metamorfose ambulante
A E
Quanto mais longe mais perto
B7 E
Quanto mais perto distante
A E
Os segredos do universo
B7 C#m
Estão nos livros que enfeitam a estante
E E7 A
A minha visão é dinâmica
B7 E
A minha canção radioativa
A E
Deixa morrer em paz a bomba atômica
B7 E E7
E viva a sociedade alternativa, OH
A E
Deixa morrer em paz a bomba atômica
B7 C#m B A
E viva a sociedade alternativa
SOLO: E F#m G#m A Am
E A B7
Eu vi o poeta encantado, cidadão respeitado
E
Há dez mil anos atrás
A
Domingo com sua família
B7 E
No jardim zoológico vendo os animais
E7 A
Mordendo a maçã do pecado
B7 E
Nos pegue-pagues do mundo
A E
Voando num trem estrelado
B7 E
Leve, suave, profundo
E7 A
Se tudo deu errado da primeira vez
B7 E
Levante a cabeça e tente outra vez
A E
No livro que diz o futuro
B7 E
Nas linhas da palma da mão
A E
Bate a cara contra o muro
B7 C#m
O homem que não tem visão
E E7 A
A minha visão é dinâmica
B7 E
A minha canção radioativa
A E
Deixa morrer a bomba atômica
B7 E
E viva a sociedade alternativa
A E
Dos filhos deste solo és mãe gentil
B7 E
A solução é educar o Brasil
A E
Dos filhos deste solo és mãe gentil
B7 E E7
A solução é educar o Brasil, Ah!
A E
Deixa morrer em paz a bomba atômica
B7 E E7
E viva a sociedade alternativa, OH!
A E
Viva, viva, viva, viva
B7 C#m B A E
Viva a sociedade alternativa
Avenca
Tom: G
Intr.: (C D)
C D
Uma vive e a outra olha
C D
de cima pra essa imensidão
C D
Num jardim não sei aonde
C D
respira calma flor de um sonho
Em
nascido aqui
C D
Nesse quarto todo branco
C D
onde lutas louca assim avenca
C D
parida no seio de onde
C D
respira a calma flor de um sonho
Em
que espera aí
C Cm G
A nossa chuva molhando o jardim
Em C
dentro do corpo
G Em
dentro do outono
D Em C D
são flores de abril
C D
Uma vive e a outra olha
C D
de cima pra essa imensidão
C D
Num jardim não sei aonde
C D
respira calma flor de um sonho
Em
nascido aqui
C D
Nesse quarto todo branco
C D
onde lutas louca assim avenca
C D
parida no seio de onde
C D
respira a calma flor de um sonho
Em
que espera aí
C Cm G
A nossa chuva molhando o jardim
Em C
dentro do corpo
G Em
dentro do outono
D Em
dentro de mim
Blues do Municipal
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
[Birhú de Pirituba/Daniel Cabana]
Solo: Am C G D
G C G
Andando meio bêbado e cansado pelas ruas do Municipal
Bm Am
Estou com os mendigos a sós outra vez
C G D
Na cidade, na cidade adormecida
G C G
Eu olho pra cidade aspirando o seu odor de solidão
Bm Am C
Das ruas amargas, os lampadários, os lampadários
A7 D Eb° Em
Cospem no silêncio noturnal
Bm Am C
Esvazio a garrafa de cachaça em meio a escadaria do
G
teatro
Bm Am C
Meu olhar vagueia pela praça em meio a fome dos ratos
G
Na ânsia do amanhecer
Bm Am
Não agüento mais gostar de você assim
Bm C
Vou me afogar quando abrir os botequins
G A
Não agüento mais gostar de você assim
Bm C
Vou me afogar quando abrir os botequins
Solo: Em Bm Em Bm Am C G D
Bm C
Não agüento mais…abrir os botequins (Bis)
G Am
Não agüento mais, não agüento mais mina
Bm C G
Não agüento mais
Boa vista
Tom: F
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: C F C F C F C F C F C F C
C G
Quanta vida já passou
C G
Quanta água já rolou nessa moenda
C G
Leva luz pra toda casa
Am
Livra eu da escuridão
Em
Corre pega o lampião
F C
Até onde a vista alcança é Boa Vista
Eb Gm
Viajante eu chego já
F
Em versos fotografias
Bb
e histórias que eu tenho lá
F
Quem vai embarcar agora
Gm F
Meu amor vem ver que é hora
Bb
Tá saindo a procissão
Gm Am
Sebastião, São Geraldo,
Bb C
Luzia e Conceição
Bb Eb Bb
Efigênia manda um pensamento bom
Eb F Bb G
Pra seguir comigo vida afora
C
Quanta vida já…. é boa vista
Solo: C F C F C F C F
Eb
Viajante eu chego…
Bb Eb Bb
Efigênia manda um pensamento bom
Eb F Bb G
Pra seguir comigo vida afora
4 X (Acima)
C F C F C F C F
Cabocla da Lua Nova
Tom: D
D A D
O canto do galo anuncia
A G D
no clarão da madrugada
A G D
o raiar de um novo dia
D A D A G D
O canto do galo anuncia… o raiar de um novo dia
F# Bm
E eu no silêncio das ruas
A G D
vou cantando minha trova
F# Bm
pra buscar minha cabocla
A G D
com cheiro de lua nova
F# Bm
Os olhos são bolas de ouro
A G D
a forma e o brilho da prata
G D
Cabocla do seio dourado
A G D
a distância fere e mata (Bis)
Bm
Diz a lenda no sertão
A
que num dia de terreiro
G D A G D
pra prender o seu amor cante pros três cavaleiros
G D A G D
pra prender o seu amor cante pros três cavaleiros
Bm G D A G D
Diz a lenda no sertão… pra prender o seu amor cante pros três cavaleiros
D
Cabocla da lua nova
A G D
onde estão os três cavaleiros
G D
Foram pagar seus pecados
A G D
lá no alto do cruzeiro
D A G D
Cabocla da lua nova… lá no alto do cruzeiro
E
Cabocla da lua nova
B A E
onde estão os três cavaleiros
A E
Foram pagar seus pecados
B A E
lá no alto do cruzeiro
E B A E
Cabocla da lua nova… lá no alto do cruzeiro.
Tom: G
Introdução: (G C G)
G D C
Baby, essa estrada é cumprida, ela não tem saída
D C
É hora de acordar pra ver o galo cantar
G C G
E o mundo inteiro escutar
G D C
Baby, a história é a mesma, eu aprendi na quaresma
D C
Depois do carnaval, a carne é algo mortal
G C G
Com multa de avançar sinal.
[Estribilho]
C Bm
Todo jornal que eu leio,
C Bm D
me diz que a gente já era,
C Bm (A)
Que já não é mais primavera, oh, baby, oh, baby,
A D C Bm Am
A gente ainda nem começou.
G D C
Baby o que houve na França, vai mudar nossa dança,
D C
Sempre a mesma batalha por um cigarro de palha,
G C G (G D C D C G)
Navio de cruzar deserto.
C Bm
Todo jornal que eu leio,
C Bm D
me diz que a gente já era,
C Bm (A)
Que já não é mais primavera, oh, baby, oh, baby,
A D C Bm Am E F#m G A
A gente ainda nem começou.
A E D
Baby, essa estrada é cumprida, ela não tem saída
E D
É hora de acordar pra ver o galo cantar
A D A
E o mundo inteiro escutar
A E D
Baby, isso só vai dar certo, se você ficar perto,
E D
Eu sou índio Sioux, sou cachorro-urubu,
A
Em guerra com os E. U.
Tom: E
[Intro] E
[Primeira Parte]
E
De mel é o sabor das lembranças
Trazidas de minhas andanças
F#7
Pra enfeitar sua saudade
A B
Eu trouxe canções e flores
G#7 C#m
E um paraíso de cores
A B
Pra pintar sua cidade
A E
Eu venho de campos e montes
B
E trouxe o cantar da fonte
G#7 C#m
Pra dentro de sua janela
A E
Noites de lua cheia
D A
Meu peito incendeia
E
Pela moça mais bela
[Segunda Parte]
C G
O que me prendeu por aqui
D
Foi seu sorriso franco
A
E esse doce no olhar
[Terceira Parte]
E A
Eu vim pra demorar bem pouco menina
E B E E7
Agora eu quero ficar
( A B7 E )
Catadô de Bromélias
Tom: D
D
Cansei da vida na cidade
G D A
Meu diploma, minha faculdade perderam valor, desemprego chegou
G D A
Vou voltar pro lugar donde nunca eu devia ter saído
E A7 D
Volto hoje um ilustre desconhecido
A
Vou bater de porta em porta, procurar emprego
G A7 D
Na porteira da fazenda vou me apresentar
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
A C G
Eu faço alguns biscates, sei limpar lavoura, sei catar café
A A7 D
Eu ando a pé quantas léguas for pra buscar qualquer coisa pro senhor
A
Domingo de sol levanto bem cedim
D
Não vou ficar que nem na cidade quando eu passava o dinterimbebim
A G A7 D
Vou entrar no mato, vou catar bromélias pra enfeitar o seu jardim
A E A
De noite eu vou pro terreiro, tem mulher bonita, tem violeiro
G
Quem sabe eu encontre um coração aberto
D A
que ainda queira ter por perto um catadô de bromélias
G D A G A7 D
Um simples sonhador de paixão e alegria, vou fazer festa pra ela até romper o dia
A G A7 D
Um simples sonhador de paixão e alegria, vou fazer festa pra ela até romper o dia
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
A G A D
Meu nome é José, sou carpinteiro assim como José, o primeiro
Cidadão
Tom: C
Intro: F C/E G C C7 F C D G
C
Tá vendo aquele edifício moço?
G C C7
Ajudei a levantar
Foi um tempo de aflição
Eram quatro condução
F
Duas pra ir, duas pra voltar
Fm
Hoje depois dele pronto
olho pra cima e fico tonto
C C/B Am
Mas me chega um cidadão
D D7
e me diz desconfiado, tu tá aí admirado
G F
ou tá querendo roubar?
C
Meu domingo tá perdido
G
vou pra casa entristecido
C C7
Dá vontade de beber
F C
E pra aumentar o meu tédio
G
eu nem posso olhar pro prédio
C A7
que eu ajudei a fazer
D
Tá vendo aquele colégio moço?
A7 D
Eu também trabalhei lá
Lá eu quase me arrebento
D7
Pus a massa fiz cimento
G
Ajudei a rebocar
Gm
Minha filha inocente
vem pra mim toda contente
D A7 Bm
Pai vou me matricular
E
Mas me diz um cidadão
E7
Criança de pé no chão
A7 Em/A
aqui não pode estudar
G D
Esta dor doeu mais forte
A7
por que que eu deixei o norte
D7 D4/7 D7 G
eu me pus a me dizer
D A7
Lá a seca castigava mas o pouco que eu plantava
D E A
tinha direito a comer
D
Tá vendo aquela igreja moço?
A7 D D7
Onde o padre diz amém
Am7
Pus o sino e o badalo
D7
Enchi minha mão de calo
G
Lá eu trabalhei também
Gm
Lá sim valeu a pena
Tem quermesse, tem novena
D D D A7 Bm
e o padre me deixa entrar
E
Foi lá que Cristo me disse
E7
Rapaz deixe de tolice
A7 Em/A G
não se deixe amedrontar
D
Fui eu quem criou a terra
A7
enchi o rio fiz a serra
D7 D4/7 D7 G
Não deixei nada faltar
D
Hoje o homem criou asas
A7
e na maioria das casas
D D7
Eu também não posso entrar
D
Fui eu quem criou a terra
A7
enchi o rio fiz a serra
D7 D4/7 D7 G
Não deixei nada faltar
D
Hoje o homem criou asas
A7
e na maioria das casas
D
Eu também não posso entrar
Cobra d´água
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Aroldo Santarosa / Jackie Vellego
Introdução: C G C G C G C G
G C
Quem cria cobra d’água não se afoga na corrente
G D Em C
Quem panha cipó na serra não tropeça de repente
G D C
Quem panha cipó na serra não tropeça facilmenteF C F G
Ou OOO
Solo: C G C G C G C G
G C
Quem reza pelas almas não se molha de pavor
G D Em C
Quem quiser saber da história que pergunte ao contador
G D
Quem quiser saber da história que pergunte
Solo: A D A D A D A
D
Quem tem saber das ervas não se esconde da doença
A E C#7 F#m D
Quem respeita a dor do amigo desconhece indiferença
A E D
Quem respeita a dor do amigo desconhece indiferença
G D G A E A E AOu OOO
A D
Moça na janela não se casa com doutor
A E C#7 F#m D
Moço que não canta moda não encontra o seu amor
A E
Moço que não canta moda não encontra
Solo: B E B E B E
Como diria Dylan
Tom: G
Introdução: (G C)
G C G C
Hei você que tem de 8 a 80 anos
G C Am G D
Não fique aí perdido como ave sem destino
G C G
Pouco importa a ousadia dos seus planos
C G/B Am G C
Eles podem vir da vivência de um ancião
G/B Am D
ou da inocência de um menino
G Bm
O importante é você crer
C G/B Am G D
na juventude que existe dentro de você
G C G
Meu amigo meu compadre meu irmão
C G/B Am G D G (G C)
Escreva sua história pelas suas próprias mãos
G C G C
Nunca deixe se levar por falsos líderes
G C Am G D
Todos eles se intitulam porta vozes da razão
G C G
Pouco importa o seu tráfico de influências
C G/B Am G C G/B
Pois os compromissos assumidos quase sempre ganham
Am G D
subdimensão
G Bm C G/B Am G
O importante é você ver o grande líder que existe dentro
D
de você
G C G
Meu amigo meu compadre meu irmão
C G/B Am G D G (G C)
Escreva sua história pelas suas próprias mãos
Solo: (G Bm C G/B Am G C G/B Am G D)(G C)
G C G C
Não se deixe intimidar pela violência
G C Am G D
O poder da sua mente é toda sua fortaleza
G C G
Pouco importa esse aparato bélico universal
C G/B Am G C G/B Am
Toda força bruta representa nada mais do que um sintoma
G D
de fraqueza
G Bm C G/B Am
O importante é você crer nessa força incrível que existe
G D
dentro de você
G C G
Meu amigo meu compadre meu irmão
C G/B Am G D G
Escreva sua história pelas suas próprias mãos
Final: G Bm C G C G/B Am G D G
Compadre Zé Barbosa
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: D E D C D E D C
D
Chega pra cá meu compadre dá mais um tapa na cana
Pica esse fumo de corda, molha essa “paia”
G
Se ajeita no banco e vamos trovar
A
Me arrumo embaixo da lona, nessa carona
Bm A
A estrada é longa e falta muito pra chegar
D
Levo ilusões na gibeira, você leva a vida inteira
E dentro de cada cabeça a força que falta
G
Pra empurrar a máquina, fazer andar
A
Sabemos da realidade da grande cidade
Bm A
Mas o medo é coisa que falta muito pra chegar
Em G A
Enquanto houver carência de homens de fé nessa terra
Em G A
E grandes doutores em letra, concreto no arco e na serra
C G
Enquanto houver páginas em branco na nossa história
C G D
A ser preenchidas por homens dispostos a luta sem glória
Bm A
Sempre haverá mais um pau-de-arara
Bm A
Sempre haverá mais um pau-de-arara
D G D G D (G D)4X A
Por aqui, por aqui, por aqui, por aqui
Em G G D (G D)-até o final
Enquanto houver carência…por aqui
Coração de Rei
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introd.: C G C G
C D
Quando você me ofereceu os olhos
G Em
Felizes, sorridentes
C D
Um clarão riscou o céu
C D
Iluminou ao meu redor
G D C
Então eu pude olhar o horizonte, é
G D C
Os sonhos estão aí aos montes
Além do mais
Em D
Cansei daquela vida errante
C
Pensei: agora sou forte o bastante
G
Posso até mudar o curso da lei
A
Tão encantado fiquei
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C G
Que cresce e explode dentro da gente
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C D G
Que cresce e explode dentro da gente
Solo: Bm A Em D C D
G D C
Então eu pude olhar o horizonte, é
G D C
Os sonhos estão aí aos montes
Além do mais
Em D
Cansei daquela vida errante
C
Pensei: agora sou forte o bastante
G
Posso até mudar o curso da lei
A
Tão encantado fiquei
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C G
Que cresce e explode dentro da gente
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C G
Que cresce e explode dentro da gente
C
Um menino abrindo o presente
G
Agora eu sei o que sente
D Am
O coração de rei
C D G D C G D C G D C G D C
Que cresce e explode dentro da gente
De asa caída
Introdução: A
E
O que adianta eu trocar as trancas da porta
D A
Depois da porta arrombada
B7 D E F#m
Porteira onde passa um boi, passa um boi e uma boiada
E A D
Espero que o tempo voe, voa tempo me leva pro fim da estrada
A D E A
Nem quero saber quem foi que roubou os olhos da minha amada
E
O que adianta eu trocar as trancas da porta
D A
Depois da porta arrombada
B7 D E F#m
Porteira onde passa um boi, passa um boi e uma boiada
E A D
Espero que o tempo voe, voa tempo me leva pro fim da estrada
A D E
Eu nem quero saber quem foi que roubou os olhos da minha
A
Amada
Bm D E A
Derramei um véu de lágrimas, perdi meu sol
D Bm E
Seu vulto surge no meio da noite, pra lá dos limites do meu farol
F#m C#7 A
A fonte secou “passarin” num cantou
Bm D E
Silêncio e dor são próprios da partida
Bm C#7 F#m
A gente sente o golpe e fica sem poder voar
E A E A
De asa caída, de asa caída
SOLO: Bm D E F#m D A
Bm D E A
Derramei um véu de lágrimas, perdi meu sol
D Bm E
Seu vulto surge no meio da noite, pra lá dos limites do meu farol
F#m C#7 A
A fonte secou “passarin” num cantou
Bm D E
Silêncio e dor são próprios da partida
Bm C#7 F#m
A gente sente o golpe e fica sem poder voar
E A E A
De asa caída, de asa caída
E A E A
De asa caída, de asa caída
Demasiadamente urbano
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Renato Teixeira
Introdução: D D4 D
D G A D D4 D G
Entro na condução e vou pra cidade tão logo o dia esteja
A A4 A
eu estou também
D G F# Bm Bm/A E/G#
Vou pra repartição repartir a vida na lida batida na
A F/A D A
contramão de tudo
D G A D D4 D G
A hora do almoço é a do sanduíche em pé eu sou aquele
A A4 A
lá no balcão
D G F# Bm Bm/A E/G#
Dentro da lanchonete eu penso na vida e mastigo o sonho
A F/A D D7
com gergelim, viajo
G C D G
Eu crio asas sobrevôo essa cidade e de repente o que era
C D
asfalto vira chão
G C D G
Eu vejo rios e montanhas, passaradas e vejo luz e vejo o
C D
céu e bebo ar
A D
Eu sei que eu sou demasiadamente urbano mas qualquer dia
A D
isso tudo vai mudar
G A D D4 D
Eu crio asas…isso tudo vai mudar
D G A D D4 D
A tarde é fria e hoje em São Paulo chove
D G A A4 A
roncam motores, sirenes e trovões
D G F# Bm Bm/A E/G#
Às vezes é tão triste a chuva caindo e uma lágrima alaga
A F/A D A
o meu olhar, vou indo
D G A D D4 D G
Entro na condução no final do dia o mesmo rumo a mesma
A A4 A
situação
D G F# Bm Bm/A E/G#
Vou pela marginal e é chegar em casa e o Jornal Nacional
A F/A D D7
me dá boa noite e eu durmo
G
Eu crio asas…vai mudar (duas vezes) D C até o fim.
Deságua
Tom: E
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Intr.: (E B7)
E B7 E
Nos primeiros raios da manhã
B7 E
Eu caminho beira-rio
Na esperança que o espelho d’água
B7
Tra ocê de volta
A B7
Por aqui tudo sente sua falta
E B7 E
Dia desses eu te vi na curva do rio
Te ouvi na sinfonia
A
Que escancara as portas do dia
F# B7
Brincou no céu, voou
A B7 E B7 E B7 E
No bater de asas fogo-pagô
A B7 E
É um bater de asas essa vida
B7
É um sopro
E
É caminho de ida
B7
Um rio que segue sempre adiante
F# B7
Eu sigo seu cheiro pelos campos
A B7 E B7
Feito gado seguindo o berrante
E
Não tem jeito
B7 E
De tudo eu tenho feito
E7 A
A saudade é um arco-íris
B7
Que brota nos seus olhos
E B7
E deságua no meu peito
Solo: E A B7 E B7 E B7
Descarrilho
Tom: D
Intr.: Em Am Em B7
Em Am
Não quero ser sustentador do mundo
B7 Em
Nem o pilar desta sociedade
Am Em
Só garantir minha sobrevivência
Am B7
Descer ao fundo desta ansiedade
Em Am
Subir a tona deste fim de mundo
B7 E
Buscar um pouco de tranqüilidade
Am Em
Não quero dar o que não poderia
Am B7
Nem receber o que não deveria
E E/G#
O sinaleiro orientou errado
A E
Errei o trilho e fiquei de lado
C#º E/G#
Pagar porém um juro assim tão alto
C#7 F#m
Era uma coisa que eu não merecia
G#7 C#m
Sou passageiro deste mesmo trem
A E
para um destino tão ignorado
E/G#
só que o sinaleiro orientou errado
A E
Errei o trilho e fiquei de lado
C#º E/G#
Pagar porém um juro assim tão alto
C#7 F#m
Era uma coisa que eu não merecia
G#7 C#m
Sou passageiro deste mesmo trem
A Em F#7 Am B7
para um destino tão ignorado
solo: Em Am Em B7
Destino e Solidão
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: A B7 A B7 A B7 A B7 E
E D E D
Poeira vermelha em meu pára-brisa
E D E D
Nem sombra de chuva pra me refrescar
A B7 A B7
Se piso mais fundo do que a saudade me aperta
G#m
Me escondo do mundo
F#m B7
pra não ter que lembrar
E A
Que meu caminho é sem volta
E A
Destino e solidão
E A
Rádio ou silêncio em meu caminhão
E D E D
Dama de beira de estrada
E D E D
Sorriso fácil promessas no olhar
A B7 A B7
Preciso ir mais fundo do que a saudade me aperta
A G#m
Largar o meu sumo
F#m B7
sem tentar explicar
E A B7
Que meu caminho é sem volta
E A B7
Destino e solidão
E A E A B7
Rádio ou silêncio em meu caminhão
Solo: A B7 A B7 A B7 A B7 E
E D E D
Dama de beira de estrada
E D E D
Sorriso fácil promessas no olhar
A B7 A B7
Preciso ir mais fundo do que a saudade me aperta
A G#m
Largar o meu sumo
F#m B7
sem tentar explicar
E A B7
Que meu caminho é sem volta
E A B7
Destino e solidão
E A E A B7
Rádio ou silêncio em meu caminhão
Dia nove
Tom: A
E F#m G#m F#m
Bom dia, manhã
E F#m G#m F#m
Bom dia
E F#m G#m F#m
Bom dia, manhã
E F#m G#m F#m
Bom dia
E F#m G#m F#m E F#m G#m F#m
Todas as chances perdidas não foram em vão (bom dia manhã)
E F#m G#m F#m E F#m G#m F#m
Aurora da liberdade libera a canção (bom dia)
Diário de Bicicleta (O Dia Em Que Encontrei Che Guevara Na Zona Em Valadares)
Tom: C
[Intro] C A7 C A7
C A7
Eu vinha pedalando pelas ruas da zona em Valadares
C
De repente encontrei na esquina tomado umas
A7
O Birú, Don Teixeira, o Baleiro, o Crésio, o Tavares
C
Um homem barbudo com um cigarrinho que passava de mão em mão
A7
Eu cheguei, me aproximei, tomei um trago e falei: ô trem bão
C F G7
E passei. O homem barbudo contava histórias de batalhas
C
Falava de guerras, falava de paz
G G7
“Hás de endurecer sem perder a ternura jamais”
C G
Saímos pela noite, dançamos, bebemos, fumamos
Am
E andamos à esmo por ruas esquinas e becos
F C
E por ali mesmo, na porta dum boteco
G Am7
Um maluco cantava Raul Seixas com um violão sem cordas
F C
Desfiava suas queixas o homem barbudo tomou todas
G
Se encantou com uma chica e completamente borracho
C
Pegou o violão e cantou
C G
Mi querida pasé toda mi vida à procura de ti
F
Yo soy um hombre sincero
G7
Te quiero mucho, te quiero
C
Pero tengo que partir
A7
O dia estava amanhecendo, os raios de sol escorriam pelas ruas
C A7
Cada um de nós pegou sua bicicleta, o homem barbudo olhou sério pra mim e disse
C A7
Agora vou falar como tu, cara: Meu nome é Che Guevara
C
Esqueça o seu carnaval vem comigo pra América Central fazer a revolução! Ah
F G7
O homem barbudo contava histórias de batalhas
C
Falava de guerras, falava de paz
G G7
“Hás de endurecer sem perder a ternura jamais”
C G
Saímos pela noite, dançamos, bebemos, fumamos
Am
E andamos à esmo por ruas esquinas e becos
F C
E por ali mesmo, na porta dum boteco
G Am7
Um maluco cantava Raul Seixas com um violão sem cordas
F C
Desfiava suas queixas o homem barbudo tomou todas
G
Se encantou com uma chica e completamente borracho
C
Pegou o violão e cantou
C G
Mi querida pasé toda mi vida à procura de ti
F
Yo soy um hombre sincero
G7
Te quiero mucho, te quiero
C
Pero tengo que partir
A7 C
O dia estava amanhecendo, os raios de sol escorriam pelas ruas
A7
Cada um de nós pegou sua bicicleta, o homem barbudo olhou sério pra mim e disse:
C A7
Agora vou falar como tu, cara: Meu nome é Che Guevara
C A7
Esqueça o seu carnaval vem comigo pra América Central fazer a revolução!
C
E eu, assustado, medroso e cagão
A7
Falei: uai sô, vou não
C
uai sô, vou não
A7
Uai Che, vou não
Aqui ta ruim mas tá bão
C
Tem frango com quiabo
Tem mulher bonita
A7
Uma cachaça boa
Meu time é campeão
C
Vou não Che
A7
Boa sorte Che, tchau
Uai sô, vou não
C
Tchau tche
A7
Boa sorte tche
Digital
Tom: D
Intro: D G A7 D G A7 D
D A
Cada palmo dessa casa
G A7 D
tem a nossa digital
A
Quadros nus pela parede
G A7 D
Nossa marca no portal
D7 G
Cada copo duas bocas
A7 D
Pingo d’água temporal
Bm G
Nesse mal a sorte é pouca
A7 D
que eu morra desse mal
Bm G
Nesse mal a sorte é pouca
A7 D
que eu morra desse mal
Bm G
Nesse mal a sorte é pouca
A7 G D
que eu morra desse mal
D A
Na soleira sua sombra
G A7 D
Quarto escuro seu sorriso
A
Cachoeira água tomba
G A7 D
Porta aberta paraíso
D7 G
Encobrindo travessuras
A7 D
de menina sem juízo
Bm G
Dor no peito se tem cura
A7 D
dessa cura é que eu preciso
Bm G
Dor no peito se tem cura
A7 D
dessa cura é que eu preciso
Bm G
Dor no peito se tem cura
A7 G D
dessa cura é que eu preciso
(Solo)
D A
Os limites da beleza
G A7 D
Estão pra cá desse portão
A
No jardim flor de riqueza
G A7 D
Espantando solidão
D7 G
Traz os campos desse mundo
A7 D
Cá pra dentro do quintal
Bm G
Cada palmo desses campos
A7 D
tem a nossa digital
Bm G
Cada palmo desses campos
A7 D
tem a nossa digital
Bm G
Cada palmo desses campos
A7 G D
tem a nossa digital
Ditadores (Como diria Raulzito)
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: G F C D G
F C G
Refrão: (4X) Quanto mais conheço os ditadores mais eu amo meu cachorro
D A
Confinem os cabeças-pensantes em campos gelados
C G
A corrupção é cria do homem está por todo lado
C A
Aumentam pedágios escolas TRU
Bm C C#m D C C# D
Trocentos por cento de aumento no IPTU Tamo nu!
Refrão (4X)
A
Aprovam decretos por decurso de prazo
C D
Botam os velhos na fila, isso não vem ao caso
C A D
Os negros, os índios, os demais sem terra deixa pra depois
G C
Uma boa ajuda aos contras pra equilibrar as baixas
A D
Debita isso tudo no Caixa Dois, ora pois
G D Am
Mete fogo na mata, mata o bicho
C D C G
Joga o lixo atômico no fundo de qualquer quintal
D
Não faz mal
G D Am
Mete fogo na mata, mata o bicho
C D C G
Joga o lixo atômico no fundo de qualquer quintal
A
Não Solo: A G F G F G F G F G F G F G F G F G
Refrão (4X)
final: G F G F C D G
Tom: Bb
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: Gm F Eb Dm Cm D/F#
Gm Bb C
Dona das tardes sombrias do início de março
Eb Bb D/F#
Que amortece a caída das folhas do outono
Gm Bb C
Dona da estrada de terra que abraça os meus passos
Eb Bb
E do fio que tece a rede que embala
F
Que embala o meu sonho
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb F D
um acalanto na cidade)
Gm Eb C
Dona do amor que aquece as noites de inverno
Eb Bb D/F#
Faz o vento soprar em pleno verão
Gm Bb C
Dona que faz do meu pranto um sorriso eterno
Eb Bb
Leva o barco da vida pros mares mais calmos
F D/F#
Leva os sonhos nas mãos
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb D/F#
um acalanto na cidade)
Gm Bb
Dona que traz no semblante a expressão do meu verso
C
Dona da força que altera um placar adverso
Eb Bb
Dona do anteprojeto que traça e define o meu ponto futuro
Eb Bb F
Dona da lei que abole a vergonha do muro
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Que consegue fazer transbordar o meu peito
F
com o ar puro da serra
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Da palavra final do último ato
F C
Do acordo de paz entre os homens da terra
Eu não tenho nada com isso Só estou falando
Tom: E
E B7
Eu estou sentado na porta do edifício atento olhando o rosto de cada cidadão
A B7
Mas que coisa engraçada eles parecem ter estampado no rosto um cifrão
E B7
Eu estou sentado na porta do edifício e como é difícil a gente poder entender
A B7
Que cada um daqueles que passam se consomem e se arrebentam sem saber
E D A E
Mas e daí
E B7
Mas mudando de conversa do concreto pro guaicambu
A
Você já sentiu de perto a peleja de um cafuçu? É, é aquele que vive lá no mato
B7
Te sustenta e permite que você escolha o seu menu
E
É aquele que na hora do amor não faz um cafuné
B7
Pois a mão calejada pode arranhar a mulher
A B7
E que ao invés da gravata o suor lhe estampa o rosto pra o que der e vier…
E D E
Mas e daí? Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… E daí?
D E D A E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
E
Mas o distinto deve estar de acordo com isso tudo
B7
O dinheiro, o carro, a sociedade te põe cego e surdo
A B7
Mas não fique aborrecido porque você não é o único tarado nesse engraçado mundo
E
E eu continuo sentado na porta do edifício
B7
e entendendo agora porque este mundo é um lixo
A
E com a vontade de mandar todo mundo praquele lugar
B7 E
Mas ela diz que eu ainda não posso falar… Mas e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… E daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer
F#m E D E D E
Mas salve! Você moço americano, americano do hemisfério sul
F#m E D E F#m E D E
Moço americano ouro verde sobre o azul, moço americano, americano do sertão
F#m E D A E D E D E
Moço, meu sustento monumento de um chapadão. E daí? E daí? Mas e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
D E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
D E D A E
Se eu não tenho nada com isso cada um sabe o que fazer… É, e daí?
Figueira
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: (G D A D) 2X
G D
Seu dedo mostra o horizonte
A D
começo do fim da tarde
G A D
Do lado de cá da ponte o desejo chega e me invade
C G
Meu peito parece fonte
A D
transborda o mar da saudade
G A D
Seu cheiro de flor dos montes perfuma toda a cidade
D C G D
O favo desse beijo não é mel e eu pensei que fosse
C G
Mais parece vindo da figueira
A D
que nasce na ribeira e me dá figo doce
G D G D G D G D
Me dá figo doce, me dá figo doce
G G
Seu dedo mostra… toda a cidade
D D G
O favo desse beijo… doce
D D G
O favo desse beijo… doce, ô ôi
Filhos da noite
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: D A D A
D F#m
Tô na batalha de um trampo e preciso ficar
D A
Sua casa, oh dona da noite é meu segundo lar
D F#m
As suas meninas, os seus namorados e a minha música
A G
Todos nós somos herdeiros do nada
D A
Frutos da união entre o desencanto e a canção
G D A
Gerados no ventre da noite, na dor da paixão
D F#m
Tô na batalha de um trampo e preciso ficar
D A
Sua casa, oh dona da noite é meu segundo lar
D F#m
As suas meninas, os seus namorados e a minha música
A G
Todos nós somos herdeiros do nada
D A
Frutos da união entre o desencanto e a canção
G D A
Gerados no ventre da noite, na dor da paixão
F#m
A dor e a paixão nasceram na noite
A E A
Os sonhos são filhos da noite
F#m
Senhorita de pernas bonitas
A E A
Dá-me o prazer de mais uma dança?
G D A
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
G D A
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
G D E
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
G D A
Cavaleiro irmão de esperança já é quase amanhã
Solo: D A D A
G D
Cavaleiro irmão de esperança…
Galho Seco
Tom: C
[Intro] C F C G C
F C
Eu andava acabrunhado e só perdido e sem lugar
C G
Feito um galho seco arrastado pelo temporal
D D
Pensei até em enrolar minha bandeira e dá no pé
G C
Eu pensei até em jogar fora a minha história
G
Os documentos e aquela fé ah!
C F C
Fazia tempo que o sol não derramava luz na minha vidraça
Depois que tudo passa o vento leva as nuvens negras
G
Noutra direção
D
Também pudera
D
Uma hora era o fogo que rasgava o chão
G C G
Outra hora era a água que descia e afogava toda a plantação
Am
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
Am D
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
G
E como eu preciso
Am
E como eu preciso
G
Que me acalma quando é preciso
C F C
E como eu preciso
C F C
Fazia tempo que o sol não derramava luz na minha vidraça.
Depois que tudo passa o vento leva as nuvens negras
G
Noutra direção
D
Também pudera
D
Uma hora era o fogo que rasgava o chão
G C G
Outra hora era a água que descia e afogava toda a plantação
Am
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
Am D
‘Inda bem que me restou o seu sorriso
G C
Que me alumia a alma, que me acalma quando é preciso
G
E como eu preciso
Am
E como eu preciso
G
Que me acalma quando é preciso
C F C
E como eu preciso
F C
Eu andava acabrunhado e só
Lírico Romântico Poético
Tom: A
(intro 2x) F C G D
D G
Olá você que carrega nas costas o fardo pesado que a
D
estrada do tempo amarelou
G
Que anda nas ruas olhando pro chão sem coragem de olhar o
D
ancião que passou
C
Que deixou sua barba crescer e voltou a usar sua roupa
G
Surrada
C G
Que pensou que era dono de tudo e hoje uma simples palavra te
D F C G D
mostra que o saldo atual é nada
F C G D D G F C G D
é nada
D G
Olá você que julgou conhecer os atalhos, caminhos de quem
D
desconhece porteira fechada
G
Que cruzou velhos mares, montanhas e rios até despertar nesta
D
Encruzilhada
C G
Que usou do poder sem poder e avocou para si a palavra final
C G
Que pensou que era dono de tudo e o seu tudo te mostra na
D F C G D
fria palavra que o saldo atual é nada
F C G D D G F C G D F C G A
é nada
D A D
Mas e daí oh! Cara você tem que saber
D7
Que apesar de tudo que anda acontecendo por aí
G
Você ainda pode ser
G#° D
Lírico-Romântico-poético e ainda ouvir
A7 D
O barulho do trem na hora do amor
E A
Uma lata de cerveja bem gelada
E A
Um hambúrguer em plena madrugada
G# G D
Guardar este velho coração curtido
G D
Lembrar o que já foi dito
E
Palavras são palavras que muitas vezes não dizem
F C G D
Nada
F C G D
Nada
F C G D F C G D
Nada
Lua no alforje
Tom: C
(intro) C F
C F C
Saudade bate chocalho
F C
Lá na copa da aroeira
G C F C
Bem domingo de manhã
F C
Acorda sanhaço e gente
F C
Põe brilho no zói da gente
G C F C
Sacode o pé de romã
Bb F
O rio corre na frente
G Am
Cristalindo de contente
F Em Dm C G
Vai preparar o banho de alecrim
Bb F
Conto um causo pra São Jorge
G Am
Ajeito a lua no alforje
F Em Dm C G
O coração na estrada e o pé no chão
C9 Dm
Porque daqui naquela paisagem
Em F7+
Basta um dia de viagem
C Am D7 G
Que eu faço a passo até sem perceber
F G G#
Só quem visse de tardinha
G G#°
Quando o sol se enternecesse
Am
É que podia entender:
Bb F
É tão mulher essa moça
G Am
Que se um dia não nascesse
F Em Dm C G
Por Deus tinha que mandar fazer
F Em Dm G C
Por Deus tinha que mandar fazer
(solo) C F
C F C
Saudade bate chocalho
F C
Lá na copa da aroeira
G C F C
Bem domingo de manhã
F C
Acorda sanhaço e gente
F C
Põe brilho no zói da gente
G C F C
Sacode o pé de romã
Bb F
O rio corre na frente
G Am
Cristalindo de contente
F Em Dm C G
Vai preparar o banho de alecrim
Bb F
Conto um causo pra São Jorge
G Am
Ajeito a lua no alforje
F Em Dm C G
O coração na estrada e o pé no chão
C9 Dm
Porque daqui naquela paisagem
Em F7+
Basta um dia de viagem
C Am D7 G
Que eu faço a passo até sem perceber
F G G#
Só quem visse de tardinha
G G#°
Quando o sol se enternecesse
Am
É que podia entender:
Bb F
É tão mulher essa moça
G Am
Que se um dia não nascesse
F Em Dm C G
Por Deus tinha que mandar fazer
F Em Dm G C
Por Deus tinha que mandar fazer
(final) C F
Luz ainda que tardia
Tom: D
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Zé Geraldo / Tavares Dias
Introdução: D A Bm B A (obs. 1)
Em A
Procurei o mundo inteiro o que estava aqui tão perto
D D4 D
Meu coração brasileiro conspirou mas não deu certo
Em A
Amei você noutros corpos, traí você com a poesia
D D4 D G
Garimpei guisos e fitas, me enrolei na fantasia
A G
Mas por um desses mistérios de Deus ou da natureza
A
Atropelou-me a certeza
D F#m Bm
Que o meu caminho é você pois na penumbra desses anos
A G ( OBS. 2)
Viagem que alumbra e assombra, fugiu-me até minha sombra
A
Mas me seguiu seu amor
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G (OBS. 3)
Lux quae sera tamem
Solo: D G D G Bb Gm A D A Bm B A
Em A
Procurei no mundo inteiro… mas me seguiu seu amor
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
D G D G
Lux quae sera tamem
OBS. 1 A introdução da música no CD “No Meio da Área” é somente em “D” (RÉ);
Na parte da música acima, onde entra o solo, no CD “No Meio da Área” fica
somente em “D”.
OBS. 2 No CD “No Meio da Área” é assim:
G A G
Viagem que alumbra e assombra, fugiu-me até minha sombra…
OBS. 3 No CD “No Meio da Área” essa parte é cantada assim:
D G
Luz ainda que tardia
D G
Luz ainda que tardia
Maria Bonita
Tom: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: (C G F G F) 2X
C G
No mato bateu cinco horas
Bb F
Chegou a hora dos “home” acordar
C G
Notícias chegam num galope largo
D G
São duas léguas a nos separar
F C G
Boato voa pelo céu aberto, a volante perto
F
dona do lugar
G
E lá vou eu
C G
No asfalto também cinco horas
Bb F
Chegou a hora de ir trabalhar
C G
Marmita quente debaixo do braço
D G
O apito toca e não pode esperar
F C
O trem lotado desce do subúrbio
G F
trazendo distúrbio, dono do lugar
G
E lá vou eu
C Am
No corpo um vestido de chita
G C
Garrucha enfeitada com um laço de fita
F C
Empurra o seu homem pra frente e pro alto
Bb F G
Maria Bonita
C G
A vida é dura na caatinga
Bb F
Se o homem xinga pra sobreviver
C G
Mulher do lado é que nem barranco
D G
Segura o tranco sem saber por quê
F C
O outro apeia de um cavalo baio
G F
Chega que nem raio, o dono do poder
G
E lá vou eu
C G
E toco a vida pra cidade
Bb F
A felicidade eu compro à prestação
C G
Se o calo aperta num sapato largo
D G
O gás afoga a boca do fogão
F C
A santa paz é um momento raro
G
Todo mês encaro
F
o dono do porão
G
E lá vou eu
C
No corpo um vestido…
om: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Zé Geraldo
Introdução: C F G F C F G FC
C F G
Eu sou o atalho de todas as grandes estradas
C
por onde passei
D7 G
Das vilas pequenas cidades por onde andei
F G C F
Herança de casos passados, migalhas do pão consumido
C D7 G
Eu sou a metade de tudo que você tem sido
C F
Nas ruas num sol de dezembro
G C
eu sou o farol e a contra mão
D7
Da flor que carregas no peito
G
Simples botão
F G
Sou parte maior desse germe
C F
que prolifera e contamina
C D7 G
Querendo construir morada em você menina
F G F C
Doce menina, doce menina
G
Eu sou uma parte do pó
D
Que compõe a estrada de terra
F G C
Você é água cristalina lá no pé da serra
G
Retalhos de noites vividas
D
num albergue, pensão ou motel
F G
mostrando caminho seguro
C
Um jeito de céu
F G
Eu sou uma parte da noite
C F
que entra no dia no alvorecer
C G
Você é a semente de tudo
F G C
Eu vivo a partir de você
F G
Eu sou uma parte da noite
C F
que entra no dia no alvorecer
C G
Você é a semente de tudo
F G C
Eu vivo a partir de você
F G C F C D7 G F G C F C D7 G
La la
C
Nas ruas….
F G C F D7 G
la la ra la ra la ra la ra la ra la ra la la ra la ra la ra la ra la ra la
Olhos mansos
Tom: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
De: Zé Geraldo
Introdução: C G/B Am G F Bb F G
C F C F C
Esse par de olhos mansos jabuticaba madura
C Bb Am G F Bb F
Dos cantos a liberdade, dos anjos tem a candu…ra
G# C G/B Am F
Tem um néctar precioso, o doce da rapadura
C G
No meu peito feito cachoeira com sabor de água
C G Am G F G
pura
C F C F C
É a salvação da minha lavoura contra a seca e a geada
G/B Am G F Bb F
Vagalume que clareia as curvas da madruga…da
G# C G/B Am F
Canto forte da araponga bem no meio da roçada
C G/B Am D G G4 G
Tá dizendo pros dragões baixem o fogo dos canhões
C G C F C
Pois quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Am Em F G4 G
Quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Solo: C F C F C G/B Am G F Bb F G# C G/B Am F C G C G
Am G F G
C G D G G4 G
È a salvação…baixem o fogo dos canhões
C G C F C
Pois quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Am Em F G4 G
Quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
C G C
Pois quem anda sobre esses olhos não tem medo de nada
Banquete de hipócritas
Tom: E
Introdução: E
E
O presidente come o vice-presidente
que come o diretor
O diretor come o gerente
que come o supervisor
B A
O supervisor por não ter a quem comer
E
come o trabalhador
B A
O trabalhador come o pão
E
que o diabo amassou
E B A G#
O presidente….que o diabo amaçou
E
Banquete de hipócritas
Banquete de hipócritas
B
Comeu, comeu, comeu, comeu, comeu
E
Quem sobrou fui eu
E E
Banquete de hipócritas…sobrou fui eu
Solo: F# E F# A E
E E E B A G#
O presidente…que o diabo amaçou
E E
Banquete de hipócritas…sobrou fui eu
Banquete de hipócritas, banquete de hipócritas
B A G
Comeu, comeu, comeu
E
Oh! Meu, oh! Meu quem sobrou fui eu
Bolo de aniversário
Tom: C
C G
Hoje mais que tudo eu queria ter
Am G F
uma parte desse bolo que pudesse ser
Dm Dm7/C G
apagada com um sopro simplesmente
Am G F
Vem latente essa vontade de viver
C G
Hoje mais que tudo eu vou ver passar
Am G F
uma folha dessa história que eu não sei contar
Dm Dm/C G
E passou foi como um sopro simplesmente
Am G F
É estranha a condição de medo e gente
C G
Hoje mais que tudo eu vou mastigar
Am G F
um pedaço desse medo que eu não sei cortar
Dm Dm7/C G
e sentir o amargo e doce desse creme
Dm G F
numa estranha confusão de bolo e gente
Am G F
numa estranha confusão de bolo e gente
Coração de Maria
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo/Tavares Dias
Introdução: E A
Refrão:
E A
Deus vos salve Senhora
E A
Bela Constelação
E A
Lembro nesta santa hora
E A
Vossa coroação
E
Mês de maio
A
Quermesse e procissão
E
Ladainha
A
Novena e louvação
D
A prenda mais linda
A
no sonho do leilão
E A
é Maria Virgem da Conceição(Bis)
E A
Cada cor uma congregação
E A
Na bandeira o sinal da devoção
D
Todos vão pedindo
A
A vossa intercessão
E A
Que nos leve ao sagrado coração(Bis)
E A
Todo o povo cantando em oração
E A
Vos pedindo a sagrada comunhão
D A
Veste linho branco em vossa saudação
E A
Feito anjos no altar da criação
Refrão até o final
Corpo Carente
Tom: A
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: A D E D A
A
Noites de Lua
D
Estrela cadente
E D A
Seu dedo apontando o horizonte
Seu cheiro na rua
D
me torna presente
E D A
o clima da encosta do monte
E
São imagens que vagam
D
penetram propagam
E D C#m Bm A
Machucam meu corpo carente
Tardes de sol
D
Raios luzentes
E D A
Paisagens de bosques e fontes
Seu corpo macio
D
tão cálido e quente
E D A
mostrando o caminho da fonte
E
São imagens que vagam
D
penetram propagam
E D C#m Bm A
Machucam meu corpo carente
E B
O que restou são imagens que hoje
D A B
agitam meu peito sombrio
F# C#
Meu universo ficou reduzido
E F# B B7
a um pobre circo vazio
E
As noites de lua
B
As tardes de sol
F# E B B7
Seu corpo tão cálido e quente
E Em
São imagens que vagam
B G#m
Penetram propagam
F# E D#m C#m B
Machucam meu corpo
Dama da noite
Tom: D
Intr.: E A G A E A E
E A
O beijo da mulher amada
E A
Amanhecendo a passarinhada
E A
O tempo vai ser dedicado
E A
Palavras me dizem no ar
E A
A história é bem fundamentada
E A
Com jeito de mulher amada
D E
Silêncios da paixão
D E
São laços que se dão
D E
Enquanto o sol desmancha
D E E A E
No meu coração, no seu coração
E A
O perfume da dama da noite
E A
Adormecendo a passarinhada
E A
O tempo vai ser delicado
E A
Mistérios suspensos no ar
E A
A história é bem fundamentada
E A
O perfume da dama no orvalho
D G
Silêncios da paixão
A E
São laços que se dão
A E
Enquanto a noite vem
D B7
A poesia crava a lua no meu coração
E A
Você e eu (2X)
D E (E A)
Eu e você
Dona
Tom: Bb
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo
Introdução: Gm F Eb Dm Cm D/F#
Gm Bb C
Dona das tardes sombrias do início de março
Eb Bb D/F#
Que amortece a caída das folhas do outono
Gm Bb C
Dona da estrada de terra que abraça os meus passos
Eb Bb
E do fio que tece a rede que embala
F
Que embala o meu sonho
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb F D
um acalanto na cidade)
Gm Eb C
Dona do amor que aquece as noites de inverno
Eb Bb D/F#
Faz o vento soprar em pleno verão
Gm Bb C
Dona que faz do meu pranto um sorriso eterno
Eb Bb
Leva o barco da vida pros mares mais calmos
F D/F#
Leva os sonhos nas mãos
Gm Bb C
Faz do meu canto de saudade
Eb Bb
um acalanto na cidade
Gm C
(Faz do meu canto de saudade
Eb Bb D/F#
um acalanto na cidade)
Gm Bb
Dona que traz no semblante a expressão do meu verso
C
Dona da força que altera um placar adverso
Eb Bb
Dona do anteprojeto que traça e define o meu ponto futuro
Eb Bb F
Dona da lei que abole a vergonha do muro
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Que consegue fazer transbordar o meu peito
F
com o ar puro da serra
C
Oh Dona
G# Eb Bb
Da palavra final do último ato
F C
Do acordo de paz entre os homens da terra
EStradas
Tom: G
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Introdução: Bb F C D
Gm Bb F
Trago o meu peito ardendo em chamas
Eb
Pés descalços sobre a lama
Bb F
Que cobriu nossos caminhos
Bb D Gm Gm/F
Desconheço qualquer traço de esperança
C Eb F
Que o abraço da lembrança faça renascer sozinho
Gm Bb F
Esse corpo magro e maltratado
Eb Bb F
Esse cérebro calejado quer abrir os corações
Bb D Gm Gm/F
E acabar de vez com a inquietude
C Eb F
Que emudece a juventude, que divide as gerações
Gm Bb F
Nós viemos juntos de outras eras
Eb Bb F
Semeando primaveras que não tardam florescer
Bb D Gm Gm/F
Acumulando uma força invisível
Gm/Eb
Num processo irreversível
Eb Bb F C
Pra não ser mais preciso ver
G C G C
A calada da noite mostrando homens cabisbaixos
G C D
Caminhando sob o olhar perplexo da madrugada
F C G A
Perguntando onde vão dar os atalhos dessa nova era
D
Dessa nova estrada
G D G
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
G Em D
Vai cruzar o município dos homens de fé
F C G
Vai fazer da certeza o seu arraial
A7
Na cidade dos jovens sem medo
D G
Vai fazer o seu ponto final
G D G
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
G Em D
Vai cruzar o município dos homens de fé
F C G
Vai fazer da certeza o seu arraial
A7
Na cidade dos jovens sem medo
D G E
Vai fazer o seu ponto final
A E A
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
F#m E
Vai cruzar o município dos homens de fé
G D A
Vai fazer da certeza o seu arraial
B7
Na cidade dos jovens sem medo
E A E
Vai fazer o seu ponto final
A E A
Essa estrada vai passar pela Vila da Boa Esperança
F#m E
Vai cruzar o município dos homens de fé
G D A
Vai fazer da certeza o seu arraial
B7
Na cidade dos jovens sem medo
E A E
Vai fazer o seu ponto final ….
Há de ser por esta estrada
Tom: Cm
[Intro] Cm Bb Eb Fm Cm G7 Cm G7
C G/B Dm7
A estrada consumindo léguas que não se avistam por aqui
F G F C
É irmã dessa saudade de quem não vejo pra sentir
C7 F D7 G
Quem se foi com a noite escura e se perdeu na madrugada
F C D7 G G7
Vive sempre na procura do começo dessa estrada
C G/B Dm7
Estrada, pra onde me levas? Não vou querer me aventurar
F G F C
Só vou me consumir nas léguas se houver morada pra ficar
C7 F D7 G
Devorando a noite escura, vasculhando a madrugada
F C D7 G G7
Pois só acha quem procura e há de ser por essa estrada
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
[Solo] Bb Eb Fm Cm G7 Cm G7
C G/B Dm7
A estrada consumindo léguas que não se avistam por aqui
F G F C
É irmã dessa saudade de quem não vejo pra sentir
C7 F D7 G
Quem se foi com a noite escura e se perdeu na madrugada
F C D7 G G7
Vive sempre na procura do começo dessa estrada
C G/B Dm7
Estrada, pra onde me levas? Não vou querer me aventurar
F G F C
Só vou me consumir nas léguas se houver morada pra ficar
C7 F D7 G
Devorando a noite escura, vasculhando a madrugada
F C D7 G G7
Pois só acha quem procura e há de ser por essa estrada
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm G7
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
Cm G7 Cm G7 Cm
Há de ser por essa estrada solta e tão plantada de recordações e velhos dissabores
C7 Fm Cm G7 Cm
Onde o sonho latejante de um poeta louco reclamou a ausência de velhos amores
Hippie Velho Sonhador
Tom: A
[Intro] A G D A
A G
Talvez eu seja um hippie Véio com a cabeça em woodstock
D A
Contestando o sistema, com um pé no mato e um pé no rock
A G
Quem sabe ainda seja aquele mesmo hippie véio sonhador
D A
Não conseguiu mudar o mundo, continua clamando, paz e amor
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D A
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D B E
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
A G
Talvez eu seja um cidadão preocupado com a sociedade
D A
Reivindicando seus direitos, tentando viver com dignidade
A G
Quem sabe ainda seja aquele mesmo hippie véio doido sonhador
D A
Não conseguiu mudar o mundo, continua cantando paz e amor
[Solo] A G D A
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D A
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
G D F#m
Pelos palcos vou mostrando os meus versos e canções
G D B E
Ao som de gaitas,guitarras e violões, vou garimpando emoções
A G
Talvez eu seja um hippie Véio com a cabeça em woodstock
D A
Contestando o sistema, com um pé no mato e um pé no rock
Lua Curiosa
Tom: C
Cifrado por Max Gasperazzo (Velho Max)
Zé Geraldo/Cacá Bloise/Tavares Dias
Intro.: F C F C G C (2x)
F
Moro naquela casinha
C F C
Na beirada da lagoa
G C
Lá no pé do cafezal
F
Onde o criador da alvorada
C F C
Ensaia a passarinhada
G Am E
Num grande coral
A E
Quando é bem de tardezinha
Dm Am
Eu mais a morena minha
E Am
Dá de namorar
Am/G# Am/G Am/F#
E é coisa tão maravilhosa
F Dm G
Que a lua curiosa vem
F
Logo espiar
Título
Cantor, de Autor
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