ABC do Preguiçoso
E A
Marido se alevanta e vai armá um mundé
B7 E
Prá pegá uma paca gorda prá nóis fazê um sarapaté
B7
Aroeira é pau pesado num é minha véia
A E
Cai e machuca meu pé e ai d´eu sodade
A
Marido se alevanta e vai na casa da sua avó buscá
B7 E
a ispingarda dela procê caçá um mocó
B7
E que no lajedo tem cobra braba num é minha véia
A E
Me pica e fica pió e ai deu sodade
A
Entonce marido se alevanta e caçá uma siriema
B7 E
Nóis come a carne dela e faiz uma bassora das pena
B7
Ai quem dera tá agora num é minha véia
A E
Nos braço de uma roxa morena e ai d´eu sodade
A
Sujeito te alevanta e vai na venda do venderão
B7 E
Comprá uma carne gorda prá nois fazê um pirão
B7
É que eu num tenho mais dinheiro num é minha véia
A E
Fiado num compro não e ai d´eu sodade
A
Entonce marido se alevanta e vai na venda do venderim
B7 E
Comprá deiz metro de chita prá fazê rôpa pros nossos fiim
B7
Ai dentro tem um colchão véio num é minha véia
A E
Desmancha e faiz umas carça prá mim e ai d´eu sodade
A
Disgramado se alevanta e deixa de ser preguiçoso
B7 E
O homi que num trabáia num pode cumê gostoso
B7
É que trabáia é muito bom num é minha véia
A E
Mas é um pouco arriscoso e ai d´eu sodade
A
Entonce marido se alevanta e vem tomá um mingau
B7 E
Que é prá criá sustança prá nóis fazê um calamengal
B7
Brincadêra de manhã cedo num é minha véia
A E
Arrisca quebrá o pau e ai d´eu sodade
A
Marido seu disgraçado tu ai de morrê
B7 E
Cachorro ai de ti lati e urubu ai de ti cumê
B7
Se eu subesse disso tudo num minha véia
A E
Eu num casava cum ocê e ai deu sodade
Água
Intro: C G D
D A
A grota inteira tá chorando de saudade
G D
Da umidade que fecunda a terra seca
D A
Vital retalho do céu que manda pro solo
G D
Divino orvalho gozo que nos eterniza
E A
Intimidade que pertence à natureza
G A
Com essa imensa porção liquida riqueza
G D
Certeza de brotar do solo os alimentos
D A
Sustento eterno das matas do mar e vento
G D
Centro da vitalidade do universo
E A
Verso e reverso que reveste a natureza
G D
Está presente na terra em toda parte
G D
Na arte farta de tanta imagem poética
G D
Que alimenta a filosófica estética
E A
Clara cristalina límpida e forte
C G D
É responsável pela vida ou morte em marte
C D
Se faltar aqui na terra tem tragédia
C D
Catastrófica será se vem de sobra
C D
e a nossa ignorância será mágoa
E A
Mas a nossa inteligência será trégua
C G D
Quando sólidos e sós seremos água
Alvoroço
intro: Bb Eb D G
D G
Um passo formoso é a moça
C G
Uma árvore frondosa é o seu dorso
C G
Uma tarde fresca uma noite estrelada
Bb Eb D G
São seu colo, sereno, e seus olhos de alvoroço
F C D G
Um amor ferforoso põe a mão, no rosto
C Bb D G
É moreno, ele sonha, ele queima, ele voa
C G
Ela roça suas asas
Bb Eb D G
Ela cai sobre as casas, como a luz da manhã..
C G
Ela cai sobre a gente
Bb C Eb G
Como a chuva quente, luminosa e temporã..
D G
Um passo formoso é a moça
C G
E sua boca é de louça
C G
Seu cabelo é de algodão
F G
Seu colo é de sonhar
C G
Seu sim é de matar
Bb Eb D
É de morrer seu não (3x)
G Bb Eb
É de matar o seu sim
D G (4x)
E de morrer seu não
(Bb Eb D G)
Há de comer , há de beber , há de tocar tambor…
Balanço da Sereia
A
Eu vi o mar fazer balanço (balanceiro da usina)
G#m
Eu vi o mar balancear (balanceiro da usina)
A E
Eu dei um tung em mar d’areia eu vi o canto da sereia
B7 E
Vi a sereia no mar (balanceiro da usina)
E A G#m
Quem sabe cantar não canta quem não sabe quer cantar
A E
Quem tem asa não avoa ai meu deus que coisa boa
B7 E
Quem não tem quer avoar
Vi o mar fazer balanço
E A G#m
Da laranja eu quero um gomo do limão quero um pedaço
A E
Da menina mais bonita chega de laço de fita
B7 E
Quero um beijo e um abraço
Caso você Case
Intro: F# B F# F#7 B Cº F#7/C#
F# B
Caso você case
F# F#7
não escreva a nota
B Cº
não destrave a porta
F#
não esteja morta
F#7 B C#7 F#
não estrague a horta
F#7 B C#7 F#
não estrague a horta
F#7 B
Faca que não corta
F#
Mulher semi-morta
B Cº F#7/C# F#7
Sem cara, sem fala, sem bala, sem hora, sem ala-á (bis)
F#7 B B4 B
É necessário tudo, mudo, surdo, absurdo
F# F F#
É necessário nada, fada, fanada, nada em fá
B B4 B
É necessário nada, tudo, mudo, surdo, absurdo
F# F F#
nada em fá-fazer
Coração de Maria
Tom: C
Am Dm
A vida é quem da alegria
E Am
E a beleza irradia por todo lugar
G
Na lua da noite, no sol do dia
F
Vamos poeta na poesia
E
Na brisa do vento, na rosa do mar
Am
Vamos meu irmão.
G Am
É linda a canção da natureza
B7 E
Pura beleza na luz do olhar
Do poeta primeiro, meu santo guerreiro
Am
Da estrela do norte, do coração de Maria
G
Vamos poeta na poesia
F E
Ensinando que a vida é feita pra amar.
Am G
Ensinando que a vida
E
É feita pra amar.
Am
Ensinando e aprendendo a viver
G Am
Eu vou com você nesta poesia
G
O dia amanhece e eu lhe dou bom dia
F
A noite escurece mas a estrela-guia
E
Clareia o caminho de quem merecer
Am G
Correr o mundo, correr estrada
F
Correr a vida nesta caminhada
E Am
Sempre juntos eu e você.
Ei Flor
B
Ei flor
F#
cadê o cheiro que ocê prometeu
C#m
ei flor
F# B
não venha dizer que se esqueceu
B
ei flor
F#
será que não se lembra mais d’eu
C#m
ei flor
F# B
daquele cravo de juntin’ seu
G#m
amor
D#
nosso brinquedo no pé de juá
Bb
ei flor
G#m
não esconda vê se vem me dar
G#
amor
C#m
será que se esqueceu de mim?
G#m
não acredito no que vejo
D#
pois sei que o seu desejo
G#m
era me amar até o fim
G#m
amor
D#
será que bicho foi que te mordeu
Bb
ei flor
G#m
será o que foi que se assucedeu
G#
amor
C#m
não lembra mais do seu dodói
G#m
eu era o lírio dos teus olhos
D#
nós banhava no riacho,
G#m
diacho, valha-me Deus.
Estampas Eucalol
Intro: Am, G, F, C, Am, Dm, E, Am, G, F, C, Am, Dm, E
Am G F
Montado No Meu Cavalo
C
Libertava Prometeu
Dm Am
Toureava O Minotauro
E Am
Era Amigo De Teseu
Am G F
Viajava O Mundo Inteiro
C
Nas Estampas Eucalol
Dm Am
À Sombra De Um Abacateiro
E Am
Ícaro Fugia Do Sol
C G
Subia O Monte Olimpo
F G
Ribanceira Lá Do Quintal
F C
Mergulhava Até Netuno
G/B G
No Oceano Abissal
E Am
São Jorge Ia Pra Lua
E Am
Lutar Contra O Dragão
Dm Am
São Jorge Quase Morria
E Am
Mas Eu Lhe Dava A Mão
Dm Am
E Voltava Trazendo A Moça
E Am
Com Quem Ia Me Casar
Dm C
Era A Minha Professora
E Am
Que Roubei Do Rei Lear
Dica: Fica Bem Mais Parecido Com O Original Se Você Tocar No G#m
Kukukaia
Intr.:D, C, G, A, D, C, G, A
D C
São quatro jogadores nesta mesa
G A
Frente a frente para jogar
D
São quatro cabras de peia
C G
No desafio do jogo da bruxa
A
Em noite de lua cheia
D C
São quatro jogadores nesta mesa
G A
Dando as cartas do jogo surdo da vida
Dm C
Kukukaia eu quero você pra mim
G A
Kukukaia mas olha esse cachorro aqui
Dm C
Kukukaia eu quero você aqui
G Bb
Kukukaia mas preste atenção em mim
D, C, G, A, D, C, G, A
D C
São quatro jogadores nesta mesa
G A D
Dando as cartas sem dar falsa folga a ninguém
São quatro cabras de peia
C G
De riso dócil e rima fácil
A D
Não vá se enganar heim meu bem
C
Que eu tenho dois olhos eu tenho dois pés
G A
Dor dos meus olhos vá pros meus pés
D C
E dos meus pés pra dentro da terra
G A
Da terra para a morte
Dm
Kukukaia…
D C
O ovo é redondo ventre redondo é
G A
Vem amor. vem com saúde
Bis
D C
Aonde eu sou chama seja você brasa
G A
Aonde eu sou chuva seja você água
Dm
Kukukaia…
Luz Dourada
Intro: G Am
G
Uma paisagem tão rara
Am
Que setembro apelou pra Pedro
Am/C D
Quero chuva mansa e clara
Que a flor que vi
C
Se a flor que sou não chego
D
Olhe que já vi primavera
G
Luar nascendo cedo
Bb
Matei a sede na fonte das pedras
F
Ouvindo o passaredo
G
Passei entre os cajus
Descobrindo teu segredo
Am
Ouvindo o canto da inhambu
C D G
Nos confins dos arvoredos
F
No ribeirão já banhei nu
C
Entre meio os alamedos
Bb
Já vi em noites azuis
F G
Lampejos nos lajedos
G
Quando é tempo de chover
se alegram flores, bichos, gados
Am
Eu ainda hei de ver
C
Um mundo sem guerra
G
De homens honrados
Então seguirei por aqui
De pés no chão despreocupado
Am
Sou menino, sou guri
C D G
Tupi, guarani dourado
(Repete as mesmas cifras na II parte)
No quebrar das cachoeiras,
Debaixo dos ingazeiros
O flabelar das palmeiras
Nos cachos dos teus cabelos
Já vi flor de todo cheiro
Pra que tanto nesse olhar
Já vi chumbo virar ouro
Já vi choro sem mágoa
Todo tipo de tesouro
O coração pode guardar
Cristão abraçando Mouro
Em coro pra celebar
Bela igual assim nesse doiro
Só se o arco-íris bordar
Não esqueci sem conhecer
Só de ver hei de lembrar
Quando é tempo de chover…
Matança
Intr.: G C G C G
G C G
Cipó caboclo tá subindo na virola
C D
chegou a hora do pinheiro balançar
A G
Sentir o cheiro do mato da imburana
A G C G
Descansar morrer de sono na sombra da barriguda
C G
De nada vale tanto esforço do meu canto
C D
Prá nosso espanto tanta mata ah já vão matar
A G
Tal Mata Atlântica e a próxima Amazônia
A G C G
Arvoredos seculares impossível replantar
C G
Que triste sina teve Cedro nosso primo
C D
Desde menino que nem gosto de falar
A G
Depois de tanto sofrimento seu destino
A G A G
Virou tamborete, mesa, cadeira, balcão de bar
C G
Quem por acaso ouviu falar da Sucupira
C D
Parece até mentira que o Jacarandá
A G
Antes de virar poltrona, porta, armário
A G C G
Moro no dicionário vida eterna milenar
D A C G
Quem hoje é vivo corre perigo
D C D
E os inimigos do verde da sombra o ar
A C G
Que se respira e a clorofila
D C D
Da mata virgem destruída vão lembrar
C G C G
Que quando chegar a hora é certo que não demora
C A D
Não chame Nossa Senhora só quem pode nos salvar
G A G A
ÉÉÉ…., Caviuna, Cerejeira, Baraúna, Imbuia, Pau-d´aco,
G A G
Solva, Juazeiro e Jatobá
A G A G
Gonçalo Alves, Paraíba, Itaúba, Louro, Ipê, Paracaúba,
C G
Peroba, Maçaranaduba
A G A G C G
Carvalho, Mogno, Canela, Imbuzeiro, Catuaba, Janúba, Aroeira, Araribá
A G A G C G
Pau-ferro, Anjico, Amargoso, Gameleira, Andiroba, Copaíba, Pau-Brasil, Jequitibá
D A C G
Quem hoje é vivo, corre perigo
Nas Asas do Zabelê
Tom: G
G C
Palavra de bem te vi
G C
Que a bem da verdade te quero aqui
G C D G
Qual cor de camaleão de corar o coração
G C
Abraço de cansanção
G C
Que fere e flora a fulô da canção
G C
Como o canto do concri
D G
Do uirapuru, e do galo cancão
F Em
Nas asas do zabelê
Dm
No sofrer do sofreu
C
Na cara do carão
F Em
É que vejo o bem ti vi
Dm
Eu beijo o beijo flor
C
Que eu volto pro sertão
Nóis é Jeca mais é Joia
Tom: G
G
Andam dizendo que nóis é caipira
C
Que nossa casa é feita de taboca
D
Que nossa onda é dançar catira
C
Que nóis tem cara de milho de pipoca
G
Nóis gosta é de pescar traíra
C :
Ver as bichinha chorando na vara :
D : 2
Nóis num gosta de mentira : X
G :
Nóis tem vergonha na cara :
G C G :
Se farinha fosse americana :
C :
Mandioca importada : 2
D : X
Banquete de bacana :
G :
Era farinhada :
G
Andam dizendo que nóis é botina
C
Que nossa onda é andar a cavalo
D
Que nossa calça é amarrada com imbira
C G
Que nossa moda é briga de galo
G
Nóis gosta e de pescar traíra
C :
Ver as bichinha chorando na vara :
D : 2
Nóis num gosta de mentira : X
G :
Nóis tem vergonha na cara :
G C G :
Se farinha fosse americana :
C :
Mandioca importada : 2
D : X
Banquete de bacana :
G :
Era farinhada :
G
Fernando Henrique disse que nóis é caipira
C
Que nóis tem que aprender inglês OH YES!!
D
Que nóis tem que fazer sucesso fora
C G
Deixa de bestagem, nóis nem sabe português
G
Nóis somos caipira pop
C :
Nóis entra na chuva e não molha :
G : 2
Meio I love you : X
D G :
Nóis é jeca mas é jóia :
G C G :
Se farinha fosse americana :
C :
Mandioca importada : 2
D : X
Banquete de bacana :
G :
Era farinhada
Pela Luz dos Dias
Tom: G
[Intro] G C G C G C G
G
Tem certos dias que ponho a mão na cabeça
C
E pergunto o que anda acontecendo
Am
Pois nessa vida o que existe de beleza
D G
É a grandeza de outra vida nascendo
G
Quem já pôde ver na beira de um riacho
Em Am
Cantos, cachos, colibris se entretendo
C G
Saiba que o homem na sua malvadeza
D G
Judiando a natureza tudo isso vai perdendo
C G
Este ser pela fortuna e avareza
D G
Vai pouco a pouco preparando seu veneno
C G
Ei moço, não desmanche o que Deus fez um dia
D G
Quem destrói não cria, renega sua paz
C G
Não peço apenas por escrever poesia
D G
Mas pela luz dos dias e o bem que a vida nos faz
G
Quando não houver mais flores nos jardins
C
Nem animais passeando nas planuras
Am
Quando o silêncio invadir os passarinhos
D G
Sentindo a falta da fruta madura
G
Quando as águas dos rios forem tingidas
Em Am
Fadando a vida à eterna desnatura
C G
Vão responder pelo ar que se respira
D G
O valor de um caipira e um ninho de saracura
C G
Quem fere a terra, nossa mãe natureza
D G
Com as mãos assina a própria desventura
Composição de Juraildes Da Cruz
Pequenina
Tom: F#
(intro) F# D#m G#m C#
F# D#m
São tão claros os presságios
G#m
E os encontros dessa vida
C#
Quando as partes combinadas
A# D#m
Surgem numa mesma estrada
F#
E na dimensão dos sonhos
B Bm
Sobre a sombra das palavras
Bm F# C# F#
É que eu mando um abraço pra ti pequenina
( C# F# C# F# )
F# D#m
Flor vermelha tão cheirosa
G#m
Tão bonita e amorosa
C#
Onde a essência dessa história
A# D#m
Paira plena na memória
F#
Não pergunte pelo tempo,
B Bm
Pois o tempo é agora
Bm F# C# F#
O futuro na luz da manhã, não demora.
( C# F# C# F# )
Serra da Borborema
Tom: E
E A E B7 E A B7 E
O galo cantou e gemeu a ema na serra da borborena prás menina caqueá
E A E
E no clarão da lua um poeta improvisando
B7 E
Fazendo verso brincando sorrindo pra seu xodó
C G A
Lá em campina é diferente o machucado é dançar peão trocado
B7 E
Três mulé prum home só
A E B7 E
Como é bonito vê uma morena no xaxado fazendo seu rebolado lá na serra de campina
C G A
Eu vi menina ainda vestindo timão pisando e barrendo chão
B7 E
E dançando cintura fina
Rosa Baiana
Tom: E
[Intro] E A D A
E A D A
E A D A
E A D A
E A
Treme o chão, treme a terra
D A D A D A D A E
Ronca o barulho do trovão
A
Pode Deus ou o Diabo
D A D A D A D A E
Juízo Final, celebração
D
Treme o chão, treme a terra
E C#m B A
Diante dos olhos passa ligeiro
G# A
Chão da Bahia, sertão inteiro
B7 E
Sol derramando fogo no céu
C#m B A
Sangue e suor como nas Cruzadas
G# A
Reza, mandinga, o cruzar de espadas
B7 E
Rosa Baiana, paixão e fé
[Refrão]
E C#m B A
Enquanto corpo-flor desabrocha
G# A
O coração cede feito rocha
B7 E
Às insistentes ondas do amor
C#m B A
E é a esse encanto de amor primeiro
G# A
Que lhe desfecha o golpe certeiro
B7 E
Rosa Baiana, Rosa Mulher
E C#m B A
Força de Deus prá criar os filhos
G# A
Não se dobrou prá fera cansaço
B7
Morte e cangaço
E C#m B A
Faca, fuzil, sobrevivente à tanta disputa
G# A
Vitoriosa na sua luta
B7 E
Rosa Baiana, Rosa Brasil
Vital Farias
D A#° Bm G A7
Cantiga de cam po de concentração
D A#° Bm G A7
A gente nem sen te com precisão D7
Mas recordo a tua imagem naquela viagem que fiz
G
pro sertão
Gm7
Eu que nas ci na floresta canto e faço festa
D
no seu coração
Em A7 D G D Em A7 D G D
Voa, voa, azulão voa, voa, azulão
D A#° Bm G A7
Cantiga de ro ça de um ce go apaixonado
D A#° Bm G A7
Cantiga de mo ça lá do cer ca do
D7
que canta a fauna e a flora e ninguém ignora se
G
ela quer brotar
Gm7
Bota uma flor no cabelo com alegria e zelo
D
que pra não secar
Em A7 D G D Em A7 D G D
voa, voa, no ar voa, voa, no ar
D A#° Bm G A7
Cantiga de ni nar a criança na rede
D A#° Bm G A7
Mentira de á gua é matar a sede
D7
Diz pra mãe que eu fui pro açude
G
Fui pescar um peixe isso eu num fui não
Gm7
Tava era com a namorada pra alegria e festa
D
do meu coração
Em A7 D G D Em A7 D G D
Voa, voa azulão voa, voa azulão
D A#° Bm G A7
Cantiga de in dio que perdeu sua taba
D A#° Bm G A7
No peito esse in cêndio céu não se apaga
D7
Deixe o indio no seu canto que eu canto acalanto
G Gm7
Faço outra canção deixe o peixe, deixe o rio que
D
o rio É um fio de inspiração
Em A7 D G D Em A7 D G D
voa, voa azulão voa, voa azulão
Título
Cantor, de Autor
Mais de Xangai
- A
- B
- C
- D
- E
- F
- G
- H
- I
- J
- K
- L
- M
- N
- O
- P
- Q
- R
- S
- T
- U
- V
- W
- X
- Y
- Z
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